Macro de Tatics para Dragon Raja utilizando o ACTool


Descrição: O programa ACTool foi criado na linguagem de programação Delphi 7, sua interface é simples e intuitiva como podemos ver na imagem anterior, sua principal funcionalidade é a de automatizar determinadas tarefas, por este motivo ele geralmente é utilizado para criarmos macros de jogos. Para quem não sabe o que é macro, podemos defini-lo de maneira simples como, criar uma seqüência de comandos ou configurações relacionadas a um determinado programa, que permitirá que o computador realize uma determinada tarefa repetidamente sem a necessidade de estarmos em frente ao computador.

Para os interessados, indico mais a parte a seguir do artigo para as pessoas que estão mais acostumadas com macros, scripts, programação ou assunto relacionados, iremos ver dois exemplos de macros para o jogo Dragon Raja. Aviso a quem nunca jogou, bots geralmente proibidos nos servidores oficiais, mas os macros são permitidos. Ambos os exemplos estão bem comentados e portanto serão bem simples de compreender para aqueles que já têm certa experiência no assunto.

A seguinte seqüência de comandos permite que o seu personagem ataque repetitivamente o alvo encontrado no mapa de treinamento e desativa o trade.

Constants

//Sinaliza oque deve ou nao ser executado no macro, 0 = NAO e 1 = SIM.
AtaqueNormal_ = 1

//Mantém o macro ativo por um número de execusoes indeterminado.
LoopInfinito = -1

//Número de vezes que o personagem atacará com ataque normal,
//antes de utilizar-se de magia de ataque.
N_Ataques = -1

//Coordenadas do alvo.
Coordenada_X_do_alvo = -1
Coordenada_Y_do_alvo = -1

End

Call TradeOff

//Garante que o número de vezes que o macro executará seje válido.
If $LoopInfinito <> -1 and $LoopInfinito < 1
FormatNumber LoopInfinito = -1
End

//Garante que o número de ataques nao será negativo ou igual a zero.
If $N_Ataques < 0
FormatNumber N_Ataques = 150
End

//Captura a coordenada do alvo.
If $Coordenada_X_do_alvo < 0 or $Coordenada_Y_do_alvo < 0
Delay 1 sec
Say Posicione o mouse sobre o alvo. (20 Sec)
Delay 20 sec
FormatNumber Coordenada_X_do_alvo = {MouseX}
FormatNumber Coordenada_Y_do_alvo = {MouseY}
Delay 1 sec
Keys {ESC}
End

//Ataque normal no alvo selecionado.
Procedure AtacarAlvo
If $AtaqueNormal_ = 1
MousePos $Coordenada_X_do_alvo, $Coordenada_Y_do_alvo
Loop $N_Ataques
LeftMouseDown
Delay 1 sec
LeftMouseUp
End
End
End

//Desativa o trade.
Procedure TradeOff
Delay 1 sec
Say {Keypad /}tradeoff
Keys {Return}
Delay 1 sec
Keys {ESC}
End

Delay 1 sec
Say Iniciando..
Keys {ESC}

While $LoopInfinito = -1
Call AtacarAlvo
End
A seguinte seqüência de comandos permite que o seu personagem ataque repetitivamente o alvo encontrado no mapa de treinamento e desative o trade, no entanto desta vez o seu personagem irá utilizar o alimento de sua potion box sozinho. Esta versão nunca foi testada, se possível testem e deixem um comentário sobre a sua experiência com esta versão.
Constants

//Mantém o macro ativo por um número de execusoes indeterminado.
LoopInfinito = -1

//Número de vezes que o macro executará o ciclo antes de recuperar a
//barra de fome.
N_Ciclos = 100

//Número de vezes que o personagem usará a magia de recuperar a
//barra de fome.
N_ReduzirFome = 1

//Número de vezes que o personagem atacará com ataque normal,
//antes de utilizar-se de magia de ataque, buffer ou outros.
N_Ataques = -1

//Coordenadas do alvo.
Coordenada_X_do_alvo = -1
Coordenada_Y_do_alvo = -1

//Coordenadas da Potion Box.
Coordenada_X_do_ptbox = -1
Coordenada_Y_do_ptbox = -1

End

Call TradeOff

//Garante que o número de vezes que o macro executará seje válido.
If $LoopInfinito <> -1 and $LoopInfinito < 1
FormatNumber LoopInfinito = -1
End

//Garante que o número de ataques nao será negativo ou igual a zero.
If $N_Ataques < 0
FormatNumber N_Ataques = 5400
End

//Captura a coordenada do alvo.
If $Coordenada_X_do_alvo < 0 or $Coordenada_Y_do_alvo < 0
Delay 1 sec
Say Posicione o mouse sobre o alvo. (20 Sec)
Delay 20 sec
FormatNumber Coordenada_X_do_alvo = {MouseX}
FormatNumber Coordenada_Y_do_alvo = {MouseY}
Delay 1 sec
Keys {ESC}
End

//Captura a coordenada da Potion Box.
If $Coordenada_X_do_ptbox < 0 or $Coordenada_Y_do_ptbox < 0
Delay 1 sec
Say Posicione o mouse sobre a Potion Box. (20 Sec)
Delay 20 sec
FormatNumber Coordenada_X_do_ptbox = {MouseX}
FormatNumber Coordenada_Y_do_ptbox = {MouseY}
Delay 1 sec
Keys {ESC}
End

//Ataque normal no alvo selecionado.
Procedure AtacarAlvo
Delay 3 sec
MousePos $Coordenada_X_do_alvo, $Coordenada_Y_do_alvo
Delay 3 sec
Loop $N_Ataques
Keys {SPACE}
LeftMouseDown
Delay 1 sec
LeftMouseUp
End
End

//Come o alimento que estiver dentro da Potion Box.
Procedure ReduzirFome
Delay 3 sec
MousePos $Coordenada_X_do_ptbox, $Coordenada_Y_do_ptbox
Delay 3 sec
Loop $N_ReduzirFome
Delay 1 sec
RightMouseDown
Delay 1 sec
RightMouseUp
End
End

//Desativa o trade.
Procedure TradeOff
Delay 1 sec
Say {Keypad /}tradeoff
Keys {Return}
Delay 1 sec
Keys {ESC}
End

Delay 1 sec
Say Iniciando..
Keys {ESC}

While $LoopInfinito = -1
Loop $N_Ciclos
Call ReduzirFome
Call AtacarAlvo
End
End
A página e o programa estão no idioma inglês, para baixar o programa utilize este link, para acessar a página utilize este link, a seguir uma imagem da página.

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C++ e C: Movendo e colorindo


Há algum tempo que programo em C/C++, considero ambas as linguagens muito importantes para a formação de um bom programador. Boa parte de meus programas, foi-se necessário a movimentação do cursor e a colorização de caracteres, por este motivo postarei duas das funções mais utilizadas em meus programas, caso alguém se interesse pelo mesmo. É importante destacar a necessidade de inclusão da biblioteca “Windows.h”, utilizando-se de “#include <windows.h>”, para ambos os casos.

A seguir o código para mover o cursor.

void Mover(int linha, int coluna)
{
      HANDLE hOut;
      COORD Posicao;
      hOut = GetStdHandle(STD_OUTPUT_HANDLE);
      Posicao.X = coluna;
      Posicao.Y = linha;
      SetConsoleCursorPosition(hOut, Posicao);
}
A seguir o código para colorir os caracteres.
void MudarCor(int cor)
{
      HANDLE hOut;
      hOut = GetStdHandle(STD_OUTPUT_HANDLE);
      SetConsoleTextAttribute(hOut, cor);
}
A seguir o código completo para C++.
#include <windows.h>
#include <iostream.h>

void Mover(int linha, int coluna)
{
      HANDLE hOut;
      COORD Posicao;
      hOut = GetStdHandle(STD_OUTPUT_HANDLE);
      Posicao.X = coluna;
      Posicao.Y = linha;
      SetConsoleCursorPosition(hOut, Posicao);
}

void MudarCor(int cor)
{
      HANDLE hOut;
      hOut = GetStdHandle(STD_OUTPUT_HANDLE);
      SetConsoleTextAttribute(hOut, cor);
}

void main()
{
      Mover(5, 5);
      MudarCor(2);
      cout << "\nHello World!" << endl;
}
A seguir o código completo para C.
#include <windows.h>
#include <stdio.h>

void Mover(int linha, int coluna)
{
      HANDLE hOut;
      COORD Posicao;
      hOut = GetStdHandle(STD_OUTPUT_HANDLE);
      Posicao.X = coluna;
      Posicao.Y = linha;
      SetConsoleCursorPosition(hOut, Posicao);
}

void MudarCor(int cor)
{
      HANDLE hOut;
      hOut = GetStdHandle(STD_OUTPUT_HANDLE);
      SetConsoleTextAttribute(hOut, cor);
}

void main()
{
      Mover(5, 5);
      MudarCor(2);
      printf("\nHello World!\n");
}
Não tenho certeza das cores pois faz algum tempo que não programo em C/C++, no entanto, pelo que me lembro, algumas das cores disponíveis desta função são identificadas por azul (1), verde (2), azul claro (3), vermelho (4), rosa (5), amarelo (6). Tente testar outros valores para verificar qual a cor desejada.

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C++ e C: Suas diferenças básicas


A biblioteca padrão do C++ incorpora a biblioteca padrão do C com algumas pequenas modificações para trabalhar melhor com as novas funcionalidades criadas pela linguagem, tanto em C como em C++, os módulos da biblioteca são acessadas utilizando a diretiva #include. É importante destacar que a biblioteca padrão do C é a stdio.h enquanto a do C++ é a iostream.h, notaremos que a maneira como é implementada a impressão na tela e a obtenção de informações do teclado serão diferentes. Abaixo encontraremos o famoso “Hello Word”, impressão de uma mensagem na tela, para compreendermos melhor as diferenças entre eles.

Em C++

#include <iostream.h>

void main()
{
    cout << "Hello word!";
}
Em C
#include <stdio.h>

void main()
{
    printf("Hello word!");
}
A seguir iremos ver um exemplo de como capturar informações através do teclado:

Em C++
#include <iostream.h>

void main()
{
    int Valor;
    cout << "Porfavor digite um valor numerico a seguir: ";
    cin >> Valor;
}
Em C
#include <stdio.h>

void main()
{
    int Valor;
    printf("Porfavor digite um valor numerico a seguir: ");
    scanf("%i", &Valor);
}

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Carta de GM (emulador Cronus)


Há algum tempo atrás eu era GM de um servidor de Ragnarok, emulador Cronus, nesta época eu tinha criado uma carta para GMs, irei postá-la abaixo para aqueles que estiverem procurando por algo parecido.

20666,GM_Carta,Carta GM,6,,10,10,,,,,,,,136,,,,,{ bonus bAllStats,9800; bonus bMaxHPrate,500000; bonus bMaxSPrate,500000; bonus bDef,500; bonus bDef2,500; bonus bMdef,500; bonus bAtk2,5000; bonus bAtkRate,5000; bonus bMatkRate,5000; bonus bCritical,5000; bonus bFlee,5000; bonus2 bSubEle,Ele_Holy,100; bonus2 bSubEle,Ele_Poison,100; bonus2 bSubEle,Ele_Fire,100; bonus2 bSubEle,Ele_Water,100; bonus2 bSubEle,Ele_Earth,100; bonus2 bSubEle,Ele_Wind,100; bonus2 bSubEle,Ele_Neutral,100; bonus2 bAddEffWhenHit,Eff_Freeze,10000; bonus2 bAddEffWhenHit,Eff_Stone,10000; bonus2 bAddEff,Eff_Silence,10000; bonus2 bResEff,Eff_Silence,10000; bonus2 bResEff,Eff_Freeze,10000; bonus bNoWeaponDamage,10000; bonus bNoMagicDamage,10000; bonus bSpeedRate,500; bonus bNoGemStone,0; bonus bCastrate,-100; },{},{}
Ou para aqueles que estiverem procurando por algo um pouco menos apelativo:
20664,GM_Carta_Noob,Carta Noob,6,,10,10,,,,,,,,136,,,,,{ bonus bAllStats,25; bonus bMaxHPrate,35000; bonus bMaxSPrate,35000; bonus bDef,15; bonus bDef2,15; bonus bMdef,15; bonus bAtk2,100; bonus bAtkRate,100; bonus bMatkRate,100; bonus bCritical,100; bonus bFlee,35; bonus bShortWeaponDamageReturn,15; bonus bMagicDamageReturn,15; bonus2 bSubEle,Ele_Holy,20; bonus2 bSubEle,Ele_Poison,20; bonus2 bSubEle,Ele_Fire,20; bonus2 bSubEle,Ele_Water,20; bonus2 bSubEle,Ele_Earth,20; bonus2 bSubEle,Ele_Wind,20; bonus2 bSubEle,Ele_Neutral,20; bonus2 bAddEffWhenHit,Eff_Freeze,2000; bonus2 bAddEffWhenHit,Eff_Stone,2000; bonus2 bResEff,Eff_Silence,10000; bonus2 bResEff,Eff_Freeze,10000; bonus2 bResEff,Eff_Stone,10000; bonus bSpeedRate,500; bonus bNoGemStone,0; bonus bCastrate,-100; },{},{}

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Tecnologias futuras que poderão substituir a tecnologia dos semi-condutores usada nos computadores atuais.

Como a tecnologia atual está próxima de seu limite e como o mercado e, por via de conseqüência, a indústria, não cessam de exigir reprodutores de MP3, telefones celulares, câmaras digitais e micros de mão cada vez mais potentes e menores, alguma coisa deve ser feita para reduzir as dimensões dos CIs utilizados para memória de semicondutores. Ou seja: uma nova tecnologia precisa ser desenvolvida.

Com este objetivo em mente os pesquisadores vêm enfrentando o problema em duas frentes. Uma delas, radical, busca a criação de algo completamente novo, menor, mais eficiente. O que resolveria o problema mas exigiria investimentos bilionários já que provavelmente todo o processo de fabricação atual deveria ser abandonado, transformando em sucata fábricas inteiras.

A segunda, visando economia de custos de investimento, busca refinar os processos de fabricação atuais, o que permitiria atingir o objetivo sem deitar a perder as instalações industriais existentes.

Pois bem, no desenvolvimento das novas memórias nanoiônicas de resistência elétrica, a equipe de pesquisadores do CANi buscou trilhar ambos os caminhos: criar um tipo de memória totalmente novo que permita atingir níveis de miniaturização jamais cogitados mantendo, porém, a tecnologia básica de fabricação atual. O que permitirá o aproveitamento, através de meras adaptações, das instalações de fabricação existentes. Uma façanha interessante, sem dúvida.

Mas como isto foi conseguido? De que forma a nanoiônica participa da solução?

Bem, a tecnologia desenvolvida no CANi permite usar os princípios de atração e repulsão elétrica de íons metálicos para mover partículas extremamente pequenas no interior de eletrólitos sólidos empregando um artifício simples: em vez de mover elétrons entre partículas carregadas, os princípios da nanoiônica são usados para ionizar as partículas e mover os íons. Ainda segundo Kozicky: “Nós conseguimos mover coisas do tamanho de vírus entre dois eletrodos para comutar seu estado de alta resistência em baixa resistência elétrica, o que é ótimo para (fabricar) memórias”.

Kozicky e sua equipe batizaram a nova tecnologia de PMC – Programmable Metallization Cell (metalização programável de células). Seus princípios são simples de entender (o difícil, naturalmente, é aplicá-los): usa-se a nanoiônica para criar “nanocondutores” de cobre (fios de cobre com espessura na ordem de nanômetros) entre dois eletrodos, fazendo com que a corrente possa fluir entre eles com resistência relativamente baixa, já que o cobre é um excelente condutor de corrente elétrica (nas memórias de resistência elétrica esta e a forma de se armazenar um bit “um”). E usa-se os mesmos princípios para ionizar a partícula de cobre e movê-la, “abrindo” o circuito entre os eletrodos (e, assim, armazenando um bit “zero”).

Os nanocondutores são criados ionizando átomos de cobre, movendo-os para a região que separa os eletrodos, alinhando-os e removendo a carga elétrica para formar um minúsculo (e bota minúsculo nisso...) fio de átomos de cobre. Os pesquisadores dominaram as características dos eletrólitos sólidos e sua nanoestrutura de tal maneira que conseguem fazer com que o efeito de redistribuição de massa (ou seja, a formação dos nanocondutores) ocorra rapidamente mesmo com polarizações elétricas extremamente baixas e correntes muito pequenas.

Segundo a equipe do CANi, o processo é similar à condensação de um cristal a partir de uma solução, porém com duas diferenças básicas. A primeira é que quem desempenha o papel de “solvente” não é um líquido, mas um composto sólido de silício. A segunda é que o processo é quase infinitamente reversível. Quando se aplica uma carga positiva (ou seja, se remove elétrons) de uma célula através da técnica PMC, os átomos de cobre retomam sua forma ionizada e o nanocondutor se “desmancha”. Aplicando-se a seguir uma carga negativa (ou seja, devolvendo os elétrons), eles se “cristalizam” novamente e recriam o nanocondutor. E como o processo depende do fornecimento de energia apenas no momento de efetuar a mudança de estado, as memórias de resistência elétrica não perdem as informações armazenadas quando se “desliga” o dispositivo (em termos técnicos: não são “voláteis”).

Nas palavras de Kozicky: “Nós desenvolvemos um novo tipo das velhas memórias, mas ele é realmente o tipo perfeito de memória e atende o que será exigido pelas gerações futuras: apresenta baixo consumo de energia, pode ser miniaturizado até a escala nano e pode-se agrupar um bocado delas em um pequeno volume.”

Resumindo: as memórias fabricadas através da tecnologia PMC são extremamente rápidas porque dependem do movimento de íons em distancias muito pequenas, consomem baixíssima energia por dependerem de tensões e correntes de muito baixa potência e, por serem não voláteis, podem substituir as memórias do tipo “flash” em todas as suas aplicações atuais.

Mas esses não são os pontos mais importantes. O que torna as memórias nanoiônicas inigualáveis é que seu custo de fabricação provavelmente será muito baixo.

E a razão disto é simples: os pesquisadores do CANi desenvolveram um processo de fabricação das novas memórias que emprega exatamente os mesmos materiais utilizados atualmente na fabricação de “chips” de memória: a técnica de “dopagem” (Veja, no detalhe ampliado da Figura 1, obtida no sítio da ASU, eletrodos de prata gerados via deposição por dopagem do metal em um eletrólito sólido).




Figura 1: Eletrodos gerados por eletrodeposição em escala nanométrica

Segundo o dicionário Houaiss (rubrica: física da matéria condensada), dopagem é o “processo pelo qual se introduzem impurezas em uma rede cristalina de um semicondutor de maneira a modificar adequadamente suas propriedades físicas”. Na fabricação de CIs de memória estas impurezas costumam ser pequeníssimas quantidades de materiais condutores como Boro, Arsênico ou Fósforo. E, neste processo, foge-se do Cobre como o diabo da cruz.

Pois bem: é justamente o Cobre que é usado como impureza em uma rede cristalina de dióxido de Silício na fabricação das memórias nanoiônicas. Ainda segundo Kozicki: “As pessoas fazem tudo o que podem para manter separados o Cobre e o óxido de Silício mas no nosso caso estamos muito interessados em misturar o cobre de tal forma que ele se torne móvel e possa se movimentar no interior do óxido. Devido a este movimento nós podemos fabricar uma espécie de ‘interruptor’ em escala nano (ou uma “nanochave”). Este pequeníssimo interruptor pode ser usado em aplicações de memória armazenando informações através da variação do valor de sua resistência”.

Ora, como no que diz respeito ao processo de fabricação em escala industrial a diferença entre as memórias atualmente disponíveis e as futuras memórias nanoiônicas é basicamente a natureza da impureza a ser adicionada durante a “dopagem”, as memórias nanoiônicas baseadas em eletrólitos sólidos poderão ser fabricadas usando as mesmas técnicas comumente empregadas para a fabricação industrial das memórias produzidas pela indústria dos semicondutores e grande parte da maquinaria. O que resulta em uma imensa economia, já que bastará introduzir algumas adaptações nas instalações existentes.

Na verdade essa característica possibilita um grau de integração tão grande entre a nova e a “velha” tecnologia que podemos esperar sistemas eletrônico-iônicos em um mesmo “chip”, ou seja, um circuito integrado híbrido que adote ambas as tecnologias.

De acordo com a equipe do CANi, a indústria de eletrônica digital já manifestou interesse nas novas memórias. E três empresas, Micron Technology, Qimonda e Adesto já licenciaram a tecnologia junto ao ramo comercial da ASU, a Axon Technologies. Ainda segundo Kozicky, os primeiros dispositivos contendo memórias nanoiônicas deverão estar disponíveis no mercado em cerca de ano e meio.

E o próprio Kozicky, no artigo “ASU researchers give memory a boost”, acrescenta:

“Tudo isto significa que poderemos substituir (por memórias nanoiônicas de resistência elétrica) as memórias de todo o tipo de aplicações – de micros portáteis a iPods, telefones celulares e mais seja lá o que for. E como seu consumo de energia é muito baixo, poderemos comprimir uma grande capacidade de memória em um pequeno volume, economizando carga da bateria. Além do que, não sendo volátil, será possível desligar o dispositivo sem perder informações. E o que torna tudo isto ainda mais significativo é que fomos capazes de criar um componente que jamais foi imaginado antes usando apenas materiais que já são empregados na indústria de semicondutores”.

Se Kozicky tem razão, prepare-se: dentro de um par de anos haverá um chip de memória nanoiônica em praticamente todo o dispositivo eletrônico que você usar.

Os Supercondutores



A corrente elétrica durante o processo de transporte, que vai das usinas geradoras até os centros consumidores, sofre significativa perda de energia. Essa perda ocorre em razão da resistência elétrica dos fios condutores de eletricidade. Ocorre que boa parte da energia elétrica é transformada em energia térmica, sendo dessa forma dissipada para o meio ambiente. Como forma de diminuir essa perda de energia usa-se fios condutores com baixa resistência como o cobre, por exemplo, e conduz a corrente sob alta-tensão, mas mesmo assim em distâncias que ultrapassam 400 km as perdas ainda acontecem, podendo chegar até 20%. Em virtude disso muitos cientistas buscam conseguir os chamados condutores ideais, aqueles que conduzem energia elétrica sem que ocorram perdas para o meio ambiente. Será possível conseguir esse tipo de condutor?

A supercondutividade é uma propriedade física que certos materiais apresentam quando são esfriados a temperaturas extremamente baixas, podendo conduzir corrente elétrica sem resistências e nem perdas de energia. Esse fenômeno foi descoberto em 1911 pelo físico holandês Heike Kamerlimgh-Onnes, quando observou que a resistência elétrica do mercúrio desaparecia ao ser resfriado a 4K, o que corresponde a – 269,15 °C, dessa forma ele acabava de tornar o mercúrio um material supercondutor. Esse fenômeno, conseguido com o mercúrio, foi verificado para outros metais, no entanto não foi permitida a aplicação, pois eram necessários muitos gastos para conseguir manter temperaturas muito baixas.

Foi com o trio de físicos americanos Jonh Bardeen, Leon Cooper e Robert Schrieffer que em 1972 surgiu a explicação para o fenômeno da supercondutividade, fato que deu a eles o prêmio Nobel da física naquele ano. O que fez a explicação deles ser tão importante foi o fato de eles mostrarem que esse fenômeno não esta ligado somente à diminuição da agitação térmica dos átomos e moléculas de um material, quando esse está sob baixas temperaturas. Dessa forma surgiu a idéia da possibilidade da existência desse fenômeno com temperaturas muito elevadas, mas as experiências com condutores metálicos relacionadas a essa possibilidade não deram resultados.

Anos mais tarde os físicos da IBM, o suíço Karl Alexander Muller e o alemão Johannes G. Bednorz, conseguiram a supercondutividade a 35 K, o que corresponde a – 238 °C. Graças às suas descobertas e à comprovação da supercondutividade que esses dois físicos cientistas ganharam, em 1986, o prêmio Nobel da física. Esse fato foi um grande avanço para toda ciência e permitiu avanços significativos em vários ramos de pesquisas.

A supercondutividade é muito importante e tem larga aplicação. Essa propriedade não é aplicada somente na transmissão de energia elétrica, mas também em várias outras como:

Na construção de magnetos supercondutores que geram campo magnético extremamente forte, os quais possibilitam a construção dos chamados aceleradores de partículas;
Nos aparelhos eletrônicos que funcionam à base de eletricidade, diminuindo o seu tamanho e o gasto de energia dos mesmos;
Nos fios supercondutores utilizados em computadores, permitindo que os chips sejam cada vez menores e mais rápidos no processamento de dados;
Em ímãs, permitindo que eles possam flutuar sobre a superfície de um material supercondutor. Esse fato possibilita a construção e operação dos chamados trens bala, os quais trafegam apenas flutuando sobre o trilho.




Pequenos isolantes

Para entender o avanço das novidades apresentadas pelos pesquisadores é preciso entrar no mundo dos semicondutores e seus componentes. O primeiro grande sinal de que o novo material em forma de películas, chamadas de filmes finos, à base de titanato de bário e chumbo (PbBaTiO3), possui boas características para integrar um dispositivo de memória computacional está na sua alta constante dielétrica. Quanto maior essa constante, maior a quantidade de elétrons que podem ser arquivados na memória. Esse parâmetro mede quanto o material permite o deslocamento da carga elétrica através de sua superfície para outras camadas internas dos componentes. Na verdade, esses materiais são isolantes, incapazes ou ineficientes para conduzir uma corrente elétrica, ao contrário de um condutor em que a carga flui normalmente. Já os semicondutores, materiais formados por elementos químicos como silício, germânio ou compostos como arseneto de gálio, possuem uma condutividade elétrica intermediária, armazenando menos elétrons que um metal, porém proporcionando um controle mais fácil e ordenado dessas partículas. Num material dielétrico, a carga é deslocada para outro nível dentro dos dispositivos eletrônicos, conhecidos genericamente como chips (um sanduíche de material semicondutor e condutor intercalados por camadas de filmes dielétricos), na forma de descargas, também chamadas de indução, quando sua rigidez dielétrica é superada.

A constante dielétrica do filme de titanato de bário e de chumbo produzido em São Carlos é de 1.800, mais de 250 vezes a de um capacitor (dispositivo que armazena carga elétrica num espaço bem reduzido) usado em circuitos integrados. Os filmes atuais, à base de óxido de silício e de nitreto de silício, apresentam constante dielétrica igual a sete. Em outros produtos resultantes de trabalhos de pesquisadores do CMDMC, além de norte-americanos e japoneses, as maiores constantes dielétricas para esses materiais atingiram a marca de 700 com métodos sofisticados e custosos. "Os chips atuais com constante sete são capazes, por exemplo, de processar memória de 1 gigabyte (GB), enquanto com o material que desenvolvemos poderão chegar aos 250 GB", anuncia o professor Elson Longo, coordenador do Laboratório Interdisciplinar de Eletroquímica e Cerâmica (Liec), do Departamento de Química da Universidade Federal de São Carlos (UFScar) e do CMDMC, chamado de Cepid Cerâmica, que é formado também pelo Instituto de Química (IQ) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara, pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares e pelo Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo.

"Atualmente, nas pastilhas dos semicondutores com 1 centímetro quadrado (cm2) de área é possível arquivar 1 megabyte (MB) de informações. Com a nova memória, será possível arquivar no mesmo espaço 250 MB", diz Longo. "A alta densidade dielétrica, além de representar um avanço para o armazenamento de memória dos capacitores, é necessária para manter a concentração e o armazenamento da carga elétrica dentro dos padrões exigidos para as futuras gerações de memória de acesso aleatório dinâmico, chamadas de Dram (do inglês Dynamic Random Acess Memory), que fazem o armazenamento de dados e de informações dosoftware utilizado no momento do uso do computador, resultando também em um menor consumo de energia elétrica."

Assim, a pesquisa que resultou nos filmes finos de titanato de bário e de chumbo faz parte de uma corrida mundial, com mais de 20 anos de percurso, para superar um dos problemas da microeletrônica: o tamanho da célula de memória. Essa peça está sendo reduzida a cada ano com o objetivo de aumentar o número desses dispositivos e proporcionar maior capacidade de arquivamento e processamento de dados para os computadores. Um caminho que vem da solicitação evolutiva dos softwares, cada vez mais variados, disseminados e sofisticados. A diminuição dos dispositivos de memória também facilita a miniaturização e a criação de novos equipamentos eletrônicos ou o aumento das funções desses aparelhos.

Desde os anos 1970, é permanente a procura pela multiplicação de memória e espaço dentro dos dispositivos semicondutores. A mais famosa predição sobre esse progresso da informática foi feita pelo engenheiro eletrônico Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, principal fábrica de semicondutores, instalada nos Estados Unidos. Ele disse que o crescimento da indústria de computadores provocaria o aumento da capacidade de processamento dos chips, que deveria dobrar a cada dois anos. Delineada num artigo escrito por ele, em 1965, para a revista Eletronics , a previsão ficou conhecida mais tarde como a Lei de Moore. Durante esse tempo, a indústria eletroeletrônica tem seguido à risca essa evolução ou até com mais rapidez. O tamanho das memórias RAM, por exemplo, tem quadruplicado a cada três anos.

Ao mesmo tempo, está cada vez mais difícil manter a densidade de elétrons em capacitores, utilizando os atuais derivados do silício. O capacitor, um dos mais importantes elementos desse tipo de dispositivo, tem suas dimensões diminuídas a cada ano. No início dos anos 1990, a área desse componente era de 3,6 mm2. Atualmente, é de 0,1 mm2. A estimativa é de que essa área diminua até 0,04 mm2 entre 2007 e 2010. Também diminui de tamanho e aumenta a quantidade de transistores (ampliadores de sinais elétricos) em equipamentos eletrônicos. Em processadores 8086, introduzidos no mercado em 1978, o número de transistores era de 29 mil unidades. Hoje, com o Pentium 4, a quantidade atinge o 42 milhões de transistores.

Choque da temperatura.

Os tamanhos reduzidos desses componentes trazem um outro problema: o superaquecimento das camadas de óxido de silício. A indústria produtora desses dispositivos lançou-se há alguns anos numa busca incessante para que se evite, no futuro, em capacitores diminutos, a perda de corrente elétrica nos circuitos integrados, abalando, assim, a confiabilidade dos computadores e demais equipamentos eletrônicos. Altas temperaturas não são problema para os filmes desenvolvidos pela equipe coordenada pelo professor Elson Longo. "Os sistemas são confiáveis porque o titanato de bário e chumbo não degrada nas temperaturas que prejudicam os dispositivos atuais. Outra vantagem do novo filme é a sua condição ferroelétrica, que leva vantagem sobre os ferromagnéticos, usados atualmente, porque possuem baixa voltagem de operação, além de menor tamanho, baixo peso e alta velocidade de escrita e leitura, processo que estoca, apaga e imprime os característicos sinais digitais 0 e 1 nas memórias de um computador. "Grandes grupos industriais dos Estados Unidos, Europa e Ásia estão investindo milhões de dólares na obtenção de filmes finos ferroelétricos porque eles são compatíveis e de fácil integração com a atual tecnologia de produção de circuitos integrados que usam chips de silício e de arseneto de gálio", diz Longo.

Mas a grande vantagem industrial do novo filme é seu processo de fabricação. A partir de uma solução orgânica de citrato obtida de ácido cítrico (existente em frutas como laranja e limão) é preparado um composto sólido e com estrutura química polimérica (semelhante aos plásticos) que leva bário, chumbo e titânio como ingredientes. Esse composto é levado a um forno simples com temperatura de até 300º Celsius para a retirada do material orgânico (carbono, principalmente). "Em seguida, utilizamos um forno de microondas doméstico para orientar a cristalização [essencial para se obter uma boa constante dielétrica] e produzir o filme de titanato de bário e chumbo", explica Longo. É a primeira vez que se obtém esse composto por essa técnica. "Talvez a Nasa (a agência espacial norte-americana) e os militares dos Estados Unidos já estejam usando esse titanato em chips que necessitem de um estágio de estabilidade avançado. Porém ele não é fabricado industrialmente, talvez esteja sendo produzido em laboratório por métodos caros e complexos, e sem a constante dielétrica que obtivemos".

Ao contrário das salas ultralimpas, sem nenhum tipo de material contaminante em suspensão, que formam unidades fabris de alta tecnologia ao custo de muitos milhões de dólares, a produção dos filmes de titanato de bário e chumbo poderá ser feita em qualquer ambiente sem nenhum cuidado especial. "Pelos métodos utilizados hoje, esses materiais ficam prontos em cerca de 40 horas. No sistema que desenvolvemos, são duas horas de queima no forno comum e mais dez minutos no microondas para obter o titanato", compara Longo. A FAPESP financiou a patente sobre esse sistema, depositada em julho de 2003, antes, portanto, da publicação, em 12 de janeiro deste ano, de artigo científico na revista Applied Physics Letters , do Instituto Americano de Física, assinado pelo professor Longo e mais os pesquisadores Fenelon Martinho Lima Pontes, Edson Leite, Geovane Pimenta Mambrini e Márcia Tsuyama Escote, da UFScar, e mais o professor José Arana Varela, da Unesp.O mesmo método foi usado para produzir outra inovação do grupo de pesquisadores: um eletrodo de niquelato de lantânio (LaNiO3). Esse material substitui a camada de platina no sanduíche que forma o chip.

Do mesmo modo verificado no titanato de bário, o niquelato foi produzido de um composto, agora formado por níquel e lantânio, que garante as propriedades estruturais do material antes de ir para o forno, ao contrário dos filmes atuais que passam por vários processos de deposição química ou física. Isso significa que a matriz, chamada de precursor polimérico, já possui a memória química que tem a estrutura necessária para se tornar um material semicondutor ou condutor. "Fazemos o material em forma de estrutura polimérica e depois, quando queimamos, fica somente o esqueleto, que é a placa condutora ou dielétrica", diz Longo. "Outro ponto importante é que esses materiais são compatíveis entre si na estrutura química e molecular, facilitando a integração desses filmes num mesmo dispositivo que, normalmente, também possuem ouro como condutor, outro elemento compatível quimicamente."
Bilhões mundiais

As novidades apresentadas pela equipe do professor Longo não devem diminuir de imediato a dependência brasileira de importação de semicondutores, que, em 2003, atingiu US$ 1,7 bilhão, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Desse total, US$ 1,2 bilhão foi de compras de países do Sudeste Asiático, como Taiwan, Cingapura e Hong Kong. "O Brasil não tem condições sozinho de bancar fábricas de semicondutores que necessitam de alguns bilhões de dólares para serem instaladas",diz Longo. "Mostramos com o nosso trabalho que o Brasil tem competência para desenvolver inovação, além de formar pessoal com ótima qualificação para esse setor." A produção dos filmes de titanato de bário e chumbo e do eletrodo de niquelato de lantânio com a técnica desenvolvida pelo Cepid Cerâmica poderá ser realizada tanto no Brasil como no exterior, conforme a negociação, se resultar positiva, indicar.

Esse é um mercado bilionário que estuda muito bem os novos passos. Não é para menos. No ano passado, as vendas mundiais do setor de semicondutores atingiram US$ 166,4 bilhões, 18,3% maiores que em 2002, segundo a Associação da Indústria de Semicondutores (SIA) dos Estados Unidos. A previsão de crescimento de vendas, formulada por essa entidade para este ano, é de 19%. Um mercado atraente numa atividade, cada vez mais, fundamental.






Referências bibliográficas: http://www.forumpcs.com.br ;http://www.brasilescola.com ; http://www.liec.iq.unesp.br

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Tecnologias Vestíveis

texto originalmente publicado em http://urizentechnology.blogspot.com no dia 23/10/08.

A tecnologia está cada dia mais incorporada ao nosso cotidiano, não somente por meio das interfaces convencionais a que estamos acostumados - como o computador, o telefone celular, PDA, pendrive, etc. -, pois se mistura ao nosso dia-a-dia de forma quase imperceptível. Computação vestível/ tecnologia vestível são termos utilizados para definir toda roupa ou acessório vestível que possui alguma tecnologia, seja ela um tecido inteligente ou uma roupa tecnológica, como por exemplo: pijama que mantém o corpo do usuário quente nos dias frios do inverno, anel-mp3 player, maiô de natação sem costura, que mantém a coluna do nadador alinhada, etc. Próteses/exoesqueletos/implantes não são considerados computadores vestíveis, mas são exemplos de tecnologias acopladas ao corpo. Computadores vestíveis são especialmente utilizados para aplicações que requerem suporte computacional quando as mãos, voz ou olhos do usuário estão ocupados e possuem a vantagem de, segundo Steve Mann, estarem sempre presentes e permanentemente ligados.Computadores vestíveis são um dos principais produtos de consumo da cibermoda, devido a sua estética lembrar muito o estilo ciberpunk.
Segundo Aletéia Ferreira em seu artigo “Cibermoda ou Ciberfashion?”, os wearable computers “expressam uma nova forma de usar os componentes eletrônicos na moda urbana, pois possibilita uma forma de sinergia entre o homem e o computador, oferecendo uma área pessoal de comunicação, onde o usuário estabelece conexões através do próprio corpo por meio do uso de sensores. Quando conectado à Web este dispositivo potencializa a capacidade do usuário de interagir simultaneamente em diferentes espaços físicos remotos e digitais”.
Voltarei sempre com novidades a respeito do mundo da computação vestível :)
Muito obrigada e prazer em conhecê-los.
Aline Corso,

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Pequenas diferenças entre o Delphi 7 e o 2009

Todo mundo já ficou com a pulga atrás da orelha ao causar um overflow em algum tipo de dado, seja lá qual for a linguagem. No Delphi, se você estourar a capacidade de um integer, por exemplo, causará um integer overflow. Mas isso também pode acontecer numa conversão automática de um dword positivo (dwords são unsigneds, então sempre positivos) para um inteiro negativo. Ao tentar negativar a variavel você na verdade liga o seu bit mais significativo. Então todo inteiro negativo é na verdade um dword positivo enorme, certo? Esse que é o problema. Com 32 bits, enquanto o dword vai de 0 a 4 bilhões e pouco, o integer vai de -2 bilhoes a 2 bilhoes, a faixa de valores é a mesma. Um valor maior que 2 bilhões atribuido a uma variavel integer, ou gravado num campo integer de uma tabela no banco de dados pode gerar a excessão do integer overflow.

Analisando as diferenças entre o Delphi 7 e o novo Delphi 2009 podemos ver que elas não se limitam apenas a diferenças de componentes ou bibliotecas. Alem das diferenças da própria linguagem, temos algumas diferenças de sintaxe.

Nos exemplos abaixo mostrarei alguns exemplos de cálculos e conversões com números negativos que gerariam a exception de Integer Overflow no Delphi 7, mas que no Delphi 2009 funcionam perfeitamente.

O objetivo desse código é gerar numeros sequenciais grandes, porem negativos, usando para isso a função GetTickCount da api do windows, que retorna um dword, e convertendo para um integer negativo, multiplicando-se por -1.

{
Esse pequeno programa demonstra um erro de integer ovrflow que ocorre diferente entre o delphi 7 e o 2009.

Esse erro ocorre ao se declarar um int, porem tentar armazenar nele a multiplicação de -1* um numero do tipo longword (unsigned).

O operador de multiplicação terá precedência sobre o unario de negativação e será negativado um número unsigned, fazendo com que seu bit mais significativo seja ativado e tornando-o enorme.

O interessante da diferença entre o Delphi 7 e o 2009 é que no Delphi 2009, ao contrario do delphi 7, a negativação do longword automaticamente o converte para um integer. Porém, ao se multiplicar -1*[longword] o efeito é o mesmo obtido no delphi 7: ativação do bit mais significativo do longword resultando em um numero enorme.

Para contornar esse problema, alem do número -1 precisar ser isolado entre parenteses para o operador de negativação ter maior precedência, sempre é bom converter o longword para integer, se possivel.
}

unit Unit1;

interface

uses
Windows, Messages, SysUtils, Variants, Classes, Graphics, Controls, Forms,
Dialogs, StdCtrls, DateUtils;

type
TForm1 = class(TForm)
Button1: TButton;
Button2: TButton;
procedure Button1Click(Sender: TObject);
procedure Button2Click(Sender: TObject);
private
{ Private declarations }
public
{ Public declarations }
end;

var
Form1: TForm1;

implementation

{$R *.dfm}

procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
mili: LongWord;
begin
mili := MilliSecondOfTheDay(now);

ShowMessage(IntToStr(mili));

//retorna o positivo corretamente (NO DELPHI 7)

//retorna o positivo corretamente (NO DELPHI 2009)

ShowMessage(IntToStr(-mili));

//não retorna negativo, mas retorna um
//positivo exageradamente enorme (NO DELPHI 7)

//ISSO DÁ CERTO, MOSTRA NEGATIVO COMO DEVERIA
//SER (NO DELPHI 2009)

ShowMessage(IntToStr(-1*mili));

//isso tambem não retorna negativo, mas retorna
//um positivo exageradamente enorme (NO DELPHI 7)

//isso não retorna negativo, mas retorna um
//positivo exageradamente enorme (NO DELPHI 2009)

ShowMessage(IntToStr((-1)*mili));

//isso retorna o negativo corretamente (NO DELPHI 7)

//isso retorna o negativo corretamente (NO DELPHI 2009)

end;

procedure TForm1.Button2Click(Sender: TObject);
var
mili: LongWord;
begin
mili := MilliSecondOfTheDay(now);

//FUNCIONA IGUAL TANTO NO NO DELPHI 7 COMO NO 2009
ShowMessage(IntToStr(mili*-1));   //funciona, traz negativo
ShowMessage(IntToStr(mili*(-1))); //funciona, traz negativo

end;

end.

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CLAUDE ELWOOD SHANNON - O Pai do BIT ...

A capacidade de transmitir digitalmente a voz, as imagens e os dados usando bits e bytes e enviando-os através de linhas telefônicas, cabos, satélites e da Internet, deve-se a um gênio chamado

Shannon
Claude Elwood Shannon
(1916-2001)

O Pai do BIT ...

.

Claude Elwood Shannon nasceu em Petoskey, no estado de Michigan, EUA, em 30 de Abril de 1916. O pai era descendente de pioneiros que se tinham estabelecido em Nova Jersey e a mãe, filha de imigrantes alemães. Manifestou desde jovem uma grande inclinação para a mecânica - construía modelos de aviões, miniaturas de barcos com controle remoto e até mesmo um telégrafo, com o qual se comunicava com os vizinhos. Na escola, mostrou grande inclinação para as ciências e para a matemática.

Frequentou depois a universidade de Michigan, onde a liberdade de escolha de cadeiras do sistema norte-americano lhe permitiu obter uma dupla licenciatura, em Engenharia Eletrotécnica e em Matemática. Continuou os seus estudos no Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde trabalhou com Vannevar Bush (1890-1974) na construção do analisador diferencial, um pioneiro mecânico dos computadores analógicos e que era o sistema automático de cálculo mais potente da época.

ESTUDANDO BOOLE ...

Interessado em problemas da computação, estudou Álgebra de Boole, a álgebra de cálculo lógico baseada na dicotomia zero-um (falso-verdadeiro).

No intervalo da atividade acadêmica trabalhou nos célebres Laboratórios Bell, onde estudou problemas de comunicação elétrica. Teve então a idéia pioneira de reduzir o conteúdo da informação a sequências de zeros e uns e de tratá-la segundo as regras da LÓGICA de BOOLE. "Até hoje, ninguém tinha sequer se aproximado dessa idéia", disse mais tarde o seu colega Robert Gallager, "foi um avanço que, sem ele, teria demorado muito a ser conseguido". A idéia foi desenvolvida na sua tese de mestrado de 1938, premiada e publicada numa revista científica. São apenas 11 páginas, mas condensadas com as inovações essenciais, e sem rodeios nem repetições.

Concluído o mestrado, Vannevar Bush sugeriu-lhe que continuasse os estudos no departamento de matemática do MIT. Percebeu então que a genética era um ramo científico com grande potencial de tratamento matemático. Sempre interessado nas aplicações, concluiu uma tese de doutoramento sobre Uma Álgebra da Genética Teórica. Apesar da sua notória dificuldade com línguas estrangeiras, exigidas para a graduação, Shannon consegue seus graus de mestre em Engenharia Eletrotécnica e de doutor em Matemática em 1940.

Terminados os estudos, Dr. Shannon foi trabalhar para o Instituto de Estudos Avançados de Princeton com o matemático Hermann Weyl (1885-1955). Passou depois para os Bell Labs, em Nova Jersey, onde trabalhavam muitos cientistas extraordinários, como John Pierce, um dos criadores da comunicação por satélite, Harry Nyquist, pioneiro do tratamento de sinais, e os inventores do transístor, Brattain, Bardeen e Shockley. Trabalhou em várias áreas: sistemas automáticos de defesa aérea, sensores ópticos, criptografia e, acima de tudo, teoria da informação.

TEORIA MATEMÁTICA DA COMUNICAÇÃO (download)

No seu trabalho Uma Teoria Matemática da Comunicação, publicado em 1948 na revista Bell System Technical Journal, abriu uma área nova e inédita na matemática. Esta área surgiu essencialmente completa, com as definições e conceitos básicos formulados, com os teoremas e resultados fundamentais já estabelecidos e, o mais espantoso, sem precedentes visíveis na literatura existente na época. Raras vezes isso acontece, pois os avanços da ciência, mesmo que geniais, podem habitualmente se referir a problemas há muito discutidos ou a teorias em gestação.Nesse trabalho Shannon desenvolve a teoria da informação e transmissão de sinais digitais, baseados em sequências de zeros e uns.

É aí que define "o problema fundamental da comunicação como o de reproduzir num local, de forma aproximada ou exata, uma mensagem selecionada noutro local". Estabeleceu então o esquema de transmissão de informação hoje clássico, com uma mensagem que parte de uma fonte, é codificada e emitida por um transmissor, passa por um canal de comunicação, sofre perturbações designadas por ruídos, e chega depois ao receptor, passando por um sistema de decodificação. Ao falar de "uma mensagem selecionada", Shannon refere-se a uma sequência informativa que pode ser escolhida entre muitas outras, que aparecerão com iguais ou diferentes probabilidades. Define então a quantidade de informação com base na sua incerteza ou dificuldade de previsão.

Suponha, por exemplo, que um emissor transmite a mensagem "bom dia", letra por letra. Ao emitir as primeiras letras, há uma expectativa da parte do receptor, que vê surgir as letras "b", "o", "m", um espaço, e depois "d" e o "i". O "a" final é quase inútil, pois sua probabilidade de ocorrência é tão grande, para dar sentido à sequência anterior, que a quantidade de informação transmitida por essa letra é muito menor que a transmitida pelas primeiras. Para medir a quantidade de informação, Shannon criou o conceito de entropia, diferente do conceito homônimo encontrado em termodinâmica. Porque esta denominação foi escolhida? Ao que parece, foi o matemático norte-americano de origem húngara, John von Neumann (1903-1957), quem sugeriu este termo. Teria dito, ironicamente, "deve chamá-la de 'entropia' por duas razões: primeiro, porque essa mesma função matemática já é utilizada em termodinâmica, com esse nome; segundo, e mais importante, porque pouca gente sabe realmente o que é entropia e, se usar esse termo numa discussão, sairá sempre ganhando."

O IMPACTO NAS TRANSMISSÕES

Com o conceito de entropia pode-se definir a quantidade de informação transmitida e os limites ótimos de compressão dessa informação. Em 1948, quando Shannon anunciou a sua nova teoria matemática, o cabo elétrico de "banda mais larga" então existente podia transmitir 1800 conversas telefônicas simultâneas. 25 anos mais tarde, um cabo telefônico podia transmitir 230 mil conversas simultâneas. Hoje, uma nova fibra ótica da Lucent (Bell Labs), com a espessura de um cabelo humano, pode comportar 6,4 milhões de conversas. No entanto, mesmo com esta largura de banda, os limites teóricos de capacidade de canal determinados por Shannon estão muito além dos praticados. Os engenheiros sabem que ainda há muito o que melhorar.

Embora sua teoria seja bastante técnica, vejamos um exemplo da utilidade que tem tal unidade de informação. Voltemos ao problema que motivou os estudos de Shannon: o problema da capacidade de comunicação de um canal transmissor.
A solução do problema é resumida numa fórmula, hoje básica da Teoria da Informação, a chamada fórmula de Shannon:

ela dá a velocidade máxima Cmax ( em bits por segundo ) com que sinais de potência S watts podem passar por um canal de comunicação, o qual deixa passar sem distorção apenas os sinais de frequência até B hertz, e o qual produz ruídos de potência no máximo N watts ( e esses ruídos são do tipo usual, chamado ruído branco ).

Vejamos um exemplo numérico importante: o caso das linhas telefônicas analógicas, essas que comumente encontramos aqui no Brasil. Elas são construídas para passar voz humana, frequência de até 3 400 hertz. Consequentemente:

* para uma relação S/N = 100 temos:
Cmax = 3400 log2 ( 101 ) = 22 600 bits/seg
* para uma relação S/N = 1 000 temos:
Cmax = 3400 log2 ( 1001 ) = 33 900 bits/seg

Dá para V. começar a entender as limitações do modem ligado em seu computador ?

Conhecendo a capacidade de um canal usando os conceitos da Teoria da Informação de Shannon, pode-se melhorar a transferência de um sinal e filtrar o ruído, alcançando uma confiabilidade maior. O meio mais simples de contornar o ruído é a repetição. Shannon demonstrou que, numa transmissão em que os erros acontecem com determinada probabilidade, pode-se diminuir a probabilidade de erro até ao ponto desejado introduzindo redundância na informação. Para isso, enquanto o canal estiver funcionando abaixo da sua capacidade teórica, o caminho consiste em melhorar a codificação, dando-lhe uma forma mais compacta, e em introduzir sistemas de correção de erro.

Um destes sistemas é o concebido pelo matemático norte-americano Richard W. Hamming (1915-1998) em 1950, atualmente utilizado na transmissão de pacotes digitais de informação com bits adicionais de controle em cada "palavra" base (byte).

CURIOSIDADES ...

Em 1956, mantendo seu trabalho nos laboratórios da Bell, Shannon aceitou o cargo de professor no MIT, atividade que exerceu durante muitos anos. Seus alunos lembram-se dele como sendo "um espírito matemático por excelência". No quadro negro "escrevia poucas fórmulas e falava muito". Preocupava-se com os conceitos e simplificava ao máximo a simbologia. Onde outros professores usariam símbolos e mais símbolos, índices e mais índices, Shannon colocava duas ou três letras e incentivava os alunos a perceber as relações matemáticas que essas letras traduziam.

Labirinto

Gênio matemático que combinava a intuição, a abstração e as aplicações, Claude Shannon tinha como passatempos andar de monociclo e construir máquinas aparentemente inúteis. Construiu várias máquinas de jogar xadrez, um autômato que procurava a saída num labirinto e aquela a que chamou de "máquina final". Nela, via-se apenas um interruptor. Ligando-o, o aparelho emitia um som zangado e dele emergia uma mão mecânica que desligava o interruptor, terminando a brincadeira.

Era um espírito irrequieto. "Apenas gosto de ver como as coisas funcionam", dizia. John Horgan, que há poucos anos o entrevistou para o Scientific American, disse que o matemático "não conseguia ficar parado" e que, quando lhe perguntou como tinha criado a teoria da informação, Shannon respondeu: "Não quer ver as minhas máquinas antes?".

Fonte: http://brunoluizpaiva.blogspot.com/2009/03/claude-elwood-shannon-o-pai-do-bit.html

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Novo template

Olá pessoal, tudo certo? Agora estamos com uma cara nova, além de trazermos um template simples e bonito, agora o conteúdo ficou mais organizado. Falta ainda acertar alguns detalhes, mas já é possível ver como o blog está ficando. Aproveitando esta postagem eu gostaria de dizer que a agenda de contatos está com a interface quase pronta, assim que estiver terminada estarei postando imagens para obter a opinião de vocês.

Clique sobre a imagem para ampliá-la.

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S.L. Scheduled messages

Programa com o fim de criar avisos que serão exibidos em certos horários.

Descrição: ‘S.L. Scheduled messages’ é um programa desenvolvido para criar mensagens que aparecerão na data e horário definido pelo usuário. A interface é simples e intuitiva, não requer instalação e está disponível nos idiomas Português e Inglês.

Esta versão está disponível nos idiomas: Inglês e Português BR

Sistemas operacionais já testados: Windows 2000, XP, Vista

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S.L. Reminders

Programa com o fim de criar lembretes na tela do usuário.

Descrição: ‘S.L. Reminders’ é um programa desenvolvido para criar os famosos papeizinhos de lembrete, sendo que o usuário poderá mover, redimensionar, alterar o nível de transparência, a cor de fundo e a fonte utilizada de cada lembrete individualmente. A interface é simples e intuitiva, não requer instalação e está disponível nos idiomas Português e Inglês.

Esta versão está disponível nos idiomas: Inglês e Português BR

Sistemas operacionais já testados: Windows 2000, XP, Vista

Faça o download aqui!

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Recrutamento

Para mantermos o blog mais interessante e ativo, decidi procurar por escritores de boa vontade com interesse de se tornarem colunistas. Para melhor organização dividiremos da seguinte forma:

Tipo A
Colunistas semanais.
Tem dia definido.

Tipo B
Colunistas quinzenais.
Não tem dia definido.

Tipo C
Colunistas mensais.
Não tem dia definido.

Tipo D
Colunistas que escrevem ao menos duas vezes por semana.
Não tem dia definido.

Posso de alguma forma obter lucro colaborando?
Sim. Criamos um sistema de incentivo aos colaboradores. Como irá funcionar? É muito simples, no final de cada postagem iremos publicar um anúncio específico a determinado autor.

De onde vem este anúncio? O autor terá a oportunidade de inserir em suas postagens um anúncio de programa de afiliação que já esteja inscrito (exemplo: João está cadastrado no sistema de afiliação do Submarino, então João pode nos enviar o código de seu anúncio, assim cada postagem feito por ele terá este anúncio).

Posso já enviar o código do meu anúncio? Não. Antes de enviar devemos tomar o cuidado de verificar alguns detalhes. Entre em contato com o atendimento do sistema de afiliação cadastrado, pergunte se é permitido haver mais de um usuário do sistema cadastrado publicando anúncios no mesmo site (exemplo: João e Maria estão cadastrados no Submarino e terem seus anúncios publicados no mesmo site). Leia com atenção as regras do programa de afiliação para ter certeza que não está quebrando nenhuma regra. Por último descubra se é permitido haver mais de um programa de afiliação no site em que será publicado o anúncio (exemplo: mesmo site conter anúncios do Buscapé, Google Adsense, Submario e outros ao mesmo tempo).

Há alguma restrição no sistema de incentivo? Sim. Não são permitidos anúncios do Google Adsense (já estão em uso) e o anúncio publicado não poderá ultrapassar as seguintes medidas: 90px de altura e 520px de largura.

Posso divulgar meu blog/site no lugar de publicar anúncios?
Sim. Para incentivarmos os colaboradores que não participam de sistemas de afiliados, permitiremos a publicação de um banner (é obrigatório respeitar as dimensões citadas anteriormente) que apontará para seu blog/site. O banner não deverá ter bordas arredondadas e imagens eróticas.

Regras a serem seguidas
O colaborador deverá escrever de maneira legível (boa gramática e de sentido lógico), não é permitido o uso de palavras que possa de alguma forma ofender o leitor, se não utilizadas de maneira excessiva as gírias são permitidas, lembre-se de sempre adicionar a fonte, em hipótese alguma tal texto deverá conter: ligação com violência, sexo explícito, pedofilia, preconceito, apologia às drogas (lícitas ou ilícitas), venda de remédios, conteúdo cracker, downloads ilegais ou qualquer outro conteúdo que desrespeite as leis vigentes em nosso país.

O conteúdo das postagens podem conter
Blogs, computadores, dicas, informática, jogos, notícias, programação, segurança, serviços, sites, tecnologia, tutoriais, webmasters, widgets e afins.

Antes de prosseguir aconselho a leitura dos seguintes tutoriais, são essenciais e de alguma forma poderão ser úteis futuramente.

* Mantendo o blog atualizado com posts do futuro
* Tutorial com dicas para postar no Blogger
* Tutorial com dicas para postar vídeos

Solicitando recrutamento
Antes de tudo torne-se um seguidor do blog, então envie um e-mail com o assunto “Recrutamento” contendo as seguintes informações:

1. Nome ou apelido.

2. Idade.

3. Você tem um blog/página? Qual?

4. Quais os assuntos que você gostaria de postar? Por quê?

5. Quanto tempo disponível? (Dias da semana e/ou mês)

6. Que tipo de colunista você deseja ser? Tipo A, B, C ou D?
Colunistas do “Tipo A” devem informar o dia de preferência.

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Seguindo e participando do blog

Quem esteve acompanhando o blog desde o inicio sabe muito bem que eu planejava manter os arquivos de dados sem uma extensão, após pensar por um longo tempo decidi escolher um. Esta extensão conhecida como “edb” ou “Encrypted DataBase” que tem o significado de “Base de dados criptografada” em português, é o suficiente para atender os meus objetivos, sendo que, ela é ideal para base de dados não muito grandes.

Aproveitando esta postagem, eu gostaria de alertar que não ficarei postando o tempo todo, só o farei para os seguintes momentos:

1. Divulgar novo software.

2. Divulgar atualização de um software.

3. Divulgar um arquivo disponível: idiomas, ícones e etc.

4. Discutir um detalhe com os usuários, para compreender a opinião do mesmo.

O porque disto? Reduzindo o número de postagens eu terei mais tempo disponível para me dedicar ao desenvolvimento de novos softwares ou de suas atualizações.

Mas como eu posso ajudar? Há 3 maneiras de nos ajudar:

1.a. Assinando o nosso feed.
1.b. Participando de nossa comunidade.
1.c. Participando do nosso grupo.
1.d. Tornando-se um seguidor de nosso blog.

2.a. Traduzir o arquivo de idiomas disponível.
2.b. Corrigir o arquivo de idiomas disponível.

3. Para mantermos o blog mais interessante e ativo, decidi procurar por escritores de boa vontade com interesse de se tornarem colunistas. (Mais informações)

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Conhecendo a interface de troca de idiomas

No menu do programa, situado ao lado do relógio do Windows, eu adicionei as aplicações do executável e um menu de opções para o programa, com o tempo estarei disponibilizando novas opções. Mas na verdade o que eu gostaria de chamar a atenção neste post era a janela “Languages” ou “Idiomas” em português. Esta janela nos permite selecionar outro idioma para o programa, lembrando que a aplicação precisa ser reiniciada para que a mudança seja aplicada.

Clique sobre a imagem para ampliá-la.

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Conhecendo a interface de pesquisa do “Help”

Como já mencionado anteriormente a janela “Help” ou em português “Ajuda” foi dividida em 4 abas, sendo elas, “Content” ou “Conteúdo”, “Favorites” ou “Favoritos”, “Index” ou “Índice” e “Research” ou “Pesquisar”. Estas abas e as listas contidas nelas com exceção da aba “Research” já foram expostas em posts anteriores, portanto vamos terminar o que já havíamos começado.

A aba “Research” é semelhante as já ditas anteriormente, com a diferença de seu botão no canto inferior esquerdo conter “Search” ou “Procurar” e um contador na barra de estados mostrando o número de resultados obtidos.

Clique sobre a imagem para ampliá-la.



Ao clicar sobre o botão “Search” uma nova janela surgirá, esta janela contém tarefas básicas necessárias para fazer uma pesquisa sobre o conteúdo do “Help”. Você poderá configurar sem dificuldades o histórico de suas últimas consultas e, o que e onde deseja procurar.

Clique sobre a imagem para ampliá-la.

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Aplicativos com diferentes propósitos

Gostaria de avisar aos usuários que decidi mudar um pouco a estratégia dos nossos programas, anteriormente eu pensava em criar um executável contendo vários programas. Após pesquisar sobre o assunto e estudar a opinião de alguns, decidi lançar executáveis contendo programas para um fim específico, desta maneira cada executável terá um único objetivo.

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S.L. Encrypt files

Programa com o fim de criptografar/descriptografar arquivos, tornando-os seguro.

Descrição: ‘S.L. Encrypt files’ é um programa desenvolvido para que o usuário possa criptografar arquivos mais de uma vez no algoritmo AES (Padrão de Criptografia Avançada), este número de vezes está a disposição do usuário, podendo escolher o valor que desejar. A interface é simples e intuitiva, não requer instalação e está disponível nos idiomas Português e Inglês.

Observação: Durante o processo de criptografia é gerado um arquivo de extensão “.hash” que será utilizado posteriormente para verificar se o arquivo não foi corrompido ao ser descriptografado.

Esta versão está disponível nos idiomas: Inglês e Português BR

Sistemas operacionais já testados: Windows 2000, XP, Vista

Faça o download aqui!

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S.L. Encrypt data

Programa com o fim de criptografar/descriptografar dados, tornando-os seguro.

Descrição: ‘S.L. Encrypt data’ é um programa desenvolvido para que o usuário possa criptografar os dados mais de uma vez no algoritmo AES (Padrão de Criptografia Avançada), este número de vezes está a disposição do usuário, podendo escolher o valor que desejar. A interface é simples e intuitiva, não requer instalação e está disponível nos idiomas Português e Inglês.

Esta versão está disponível nos idiomas: Inglês e Português BR

Sistemas operacionais já testados: Windows 2000, XP, Vista

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S.L. Generate passwords

Programa com o fim de gerar senhas com tamanho e caracteres pré-definidos pelo usuário.

Descrição: 'S.L. Generate passwords' é um programa desenvolvido para criar senhas contendo caracteres (escolhidos pelo usuário) em ordem aleatória, desta forma ajudando aqueles que têm dificuldades para criar uma senha e dificultando a vida dos que tentarem desvendá-la. O usuário poderá optar para que as senhas não sejam exibidas na tela e sim salvas diretamente em um arquivo. A interface é simples e intuitiva, não requer instalação e está disponível nos idiomas Português e Inglês.

Esta versão está disponível nos idiomas: Inglês e Português BR

Sistemas operacionais já testados: Windows 2000, XP, Vista

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Translations.txt

Agora ficou mais fácil para você nos ajudar a traduzir os programas, logo abaixo eu estarei disponibilizando a versão mais atual das traduções. Este arquivo “.txt” contém palavras e frases em inglês e o seu respectivo idioma. A minha sugestão é, baixe a versão “Português BR.txt” e substitua tudo que estiver em português para o idioma que você deseja traduzir e no canto esquerdo de cada linha marque com “OK” se você tiver certeza e “??” caso não tenha certeza de sua tradução.

Caso você tenha notado um erro na tradução, modifique o arquivo relacionado e marque no lado esquerdo com “MD”, assim eu ficarei sabendo que aquela linha foi modificada. Após traduzir ou corrigir um arquivo nos envie por e-mail com o seu nome ou apelido, na próxima versão estaremos atualizando os programas com as novas traduções e com a lista de pessoas que vem traduzindo o programa.

O arquivo traduzido para um novo idioma deve ter o nome deste idioma naquele idioma. Por exemplo, o idioma português tem o seguinte nome para arquivo: “Português BR.txt”

Lista de traduções em arquivo “.txt” - (Translations.txt)

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Foi simples, não é verdade?

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