Por que migrar para o Windows 7 e quando isso deve ser feito

Saiba identificar se já é o momento de ir para o novo sistema operacional da Microsoft e de que modo isso deve ser realizado.

Usuários Caseiros ou Pequenos Escritórios

O melhor indicador para saber se já está na hora de migrar para o Windows 7 é a dúvida.

Se você ainda não tem certeza disso, então o melhor a fazer é esperar.

Agora, se atualmente estiver enfrentando problemas de segurança, desempenho ou compatibilidade com novos softwares ou periféricos com seu computador atual, você tem a necessidade de migrar.

Porém o procedimento em si não é simples. Pelo menos não para a maioria dos usuários comuns.

Em primeiro lugar, quem resolveu trocar o  Windows XP  pelo Windows 7, precisa saber antes se o computador atual  vai aguentar o tranco. já se atualmente tem o Vista instalado, então seu computador é compatível; os requisitos de hardware do Vista são suficientes para rodar o novo software da Microsoft.

Para quem ainda usa o Windows XP, o melhor a fazer antes de qualquer compra é utilizar a ferramenta gratuita que a Microsoft preparou, o Windows 7 Upgrade Advisor que orienta o usuário sobre a possibilidade de atualização.

Também é importante verificar a página oficial de Atualização e Migração para o Windows 7 para informações adicionais.

Atenção: Quem atualmente têm o Vista instalado ao fazer o upgrade pode fazer a escolha entre as opções:

  • Completa (formata a máquina e instala o Windows 7 do zero, perdendo todas as informações gravadas) ou
  • Customizada (troca apenas a versão do sistema operacional, mas ainda assim você provavelmente terá que reinstalar alguns programas).

Ainda que seja necessário comprar a versão completa do sistema operacional (uma possível versão de atualização pode sair no início de 2010).

Já quem tem o  Windows XP instalado terá  de optar pelo processo de instalação completo.

Para tornar as coisas menos complicadas, a Microsoft desenvolveu uma ferramenta para ajudar os usuários do Windows XP.

Windows Easy Transfer para migrar arquivos e configurações do Windows XP para o Windows 7 no mesmo computador.

O usuário deverá copiar os arquivos para um dispositivo de armazenamento removível  (HD externo) ou pasta na rede.

Faça a instalação do Windows 7 e, depois, transfira os arquivos de volta para o PC. Infelizmente, será necessário instalar seus aplicativos de novo.

Mas os arquivos pessoais (documentos, músicas, fotos e vídeos), bem como as configurações foram preservados (eles foram salvos no dispositivo externo).

Usuários Corporativos

Grandes empresas, que possuem muitas máquinas rodando versões anteriores do Windows (XP ou Vista,) tendem a esperar um pouco mais.

A ideia é aguardar que os problemas iniciais que comumente afetam novos sistemas operacionais tenham sido resolvidos para, então, iniciar a migração.

O cenário para micros e pequenas empresas não difere do cenário do  usuário caseiro deve fazer. Quem tem PCs mais antigos e rodando o Windows XP devem continuar na plataforma até que os computadores sejam substituídos por novos, que trarão o Windows 7 pré-instalado.

Best Practices

A aquisição de PCs novos é a forma mais recomendável de começar a usar o novo sistema operacional. Os fabricantes customizam o hardware para que ele funcione corretamente com o software e as chances de incompatibilidade entre o Windows 7 e os dispositivos de hardware são praticamente inexistentes. E, caso ocorram, o suporte do fabricante irá solucioná-los para você.

Sem contar com o fator custo: equipamentos novos oferecem  uma configuração mais atual e podem trazer versões mais completas do Windows por um preço mais interessante do que se o usuário decidisse adquirir o Windows 7 por conta própria.

Matéria publicada originalmente em meu Blog

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Velocidade da Internet no mundo

Uma imagem vale mais que mil palavras, e esta mostra a velocidade e preço médio da Internet em vários países.

Velocidade da Internet no mundo

Neste mapa, baseado nos dados do ITIF , podemos ver as velocidades e preços médias da Internet em diversos países.

Nos EUA, a velocidade média de acesso fica em torno dos 4,8 Mbps, com um custo de 3.33 dólares, em Portugal, a média de acesso é de 8 Mbps, com um custo de 10,99 dólares.

O campeão nas velocidades de acesso e no custo é o Japão, onde a velocidade média de acesso à Internet é de 61 Mbps, com um custo de 0.27 centavos de dólar.

Não foram divulgados sobre as velocidade média e custos no Brasil, ainda bem, senão garanto que ficaríamos muito irritados com o que pagamos diante do que recebemos!

Para ver o mapa no tamanho completo, clique aqui .

Matéria originalmente postado em meu Blog

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Nokia contra a Apple. iPhone é o motivo.

nokia_Apple

Já estava mesmo a demorar. A Nokia tentou lançar alguns Smartphones para tentar combater o avanço do MarketShare do smartphone da Apple.

Como era de esperar, nenhuma dessas investidas surtiu efeito. E a Nokia desistiu? Claro que não!

Para além de estar a preparar o “esperado” N900, eles decidiram processar a Apple por uso ilegal de patentes.

Pelos vistos são mais de 10 patentes e a multa está avaliada em “um Bilhão” de dólares. Até agora foram vendidos 34 Milhões de iPhones…

Chegou a hora do ajuste de contas, será que Apple consegue se safar dessa?

Fonte: Info

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Ninite: baixe e instale facilmente programas gratuitos

Se tem uma coisa que pode ser bem chata é sair procurando por programas bons e gratuitos em diversos site pela web.

Pensando nisso, o Ninite criou um serviço bem interessante que lista diversos programas gratuitos para Windows que podem ser baixados e instalados automaticamente a partir de um instalador unificado!

Os programas listados estão separados me categorias como Navegadores, Mídia, Documentos e muitas outras.

Visite o Ninite clicando aqui!

Usar o serviço é bem simples, basta selecionar os programas desejados:

E depois é só baixar e executar o instalador unificado do Ninite. Ele fará o download e instalação de todos os programas que você selecionou:

Matéria postada originalmente no meu Blog

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Novidades em Processadores

AMD lança nova linha de  Processadores Athlon II com o lançamento de oito modelos.

image A lista inclui processadores de quatro, três e dois núcleos baseados no soquete AM3 e equipados com controlador de memória DDR2 e DDR3 integrado.

Na tabela abaixo você confere as principais especificações técnicas dos modelos lançados.

 

Modelo

Clock Interno

Cache L2

TDP

Preço nos EUA

Athlon II X4 605e 2,3 GHz 2 MB (4 x 512 KB) 45 W US$ 143
Athlon II X4 600e 2,2 GHz 2 MB (4 x 512 KB) 45 W US$ 133
Athlon II X3 435 2,9 GHz 1,5 MB (3 x 512 KB) 95 W US$ 87
Athlon II X3 425 2,7 GHz 1,5 MB (3 x 512 KB) 45 W US$ 76
Athlon II X3 405e 2,3 GHz 1,5 MB (3 x 512 KB) 45 W US$ 102
Athlon II X3 400e 2,2 GHz 1,5 MB (3 x 512 KB) 45 W US$ 97
Athlon II X2 240e 2,8 GHz 2 MB (2 x 1 MB) 45 W US$ 77
Athlon II X2 235e 2,7 GHz 2 MB (2 x 1 MB) 45 W

US$ 69

Novo Intel Core i7 960

image Sem estardalhaço a Intel lança o novo processador Core i7 960.

Apresenta as as seguintes características:

  • Soquete 1336
  • Tecnologia de 45 nm,
  • Clock interno de 3,2 GHz,
  • 4 núcleos de processamento,
  • Suporte a tecnologia HyperThreading,
  • 8 MB de cache L3,
  • 256 KB de cache L2 por núcleo,
  • Controlador de memória integrado - DDR3-800/1066,
  • Barramento QPI de 4,8 GT/s,
  • TDP de 130 W 
  • US$ 562 (lotes de 1.000 unidades nos EUA).

Matéria postada originalmente em meu Blog

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O modelo OSI

Quando as redes de computadores surgiram, as soluçãoes eram, na maioria das vezes, proprietárias, isso é, uma determinada tecnologia era suportada somente por seu fabricante. Dessa forma, um mesmo fabricante era responsável por construir praticamente tudo na rede.
Para facilitar a interconexão de sistemas de computadores, a ISO (International Standads Organization) desenvolvel um modelo de referência chamado OSI (Open System Interconnection), que veio trazer interoperabilidade (Compatibilidade) entre os padrões de redes existentes e servir de modelo para novos protocolos. Hoje, fabricam-se produtos baseados principalmente nesta arquitetura.

O modelo OSI é dividido em sete níveis, sendo que cada um deles possui uma
função distinta no processo de comunicação entre dois sistemas abertos. A figura abaixo
mostra os sete níveis do modelo OSI, que serão analisados a seguir, iniciando pelo nível
mais próximo ao meio físico e terminando no nível mais próximo do usuário. Pode-se
ver através da figura que cada nível possui um ou mais protocolos que realizam as
funções específicas daquele nível, e esses protocolos são compatíveis entre as máquinas
que estão se comunicando (host A e host B).
Entre cada nível existe uma interface. Essa interface permite que dois níveis
quaisquer troquem informações. A interface também define quais primitivas, operações
e serviços o nível inferior oferece ao imediatamente superior.
Cada nível é independente entre si e executa somente suas funções, sem se
preocupar com as funções dos outros níveis. Assim, por exemplo, o nível 2 preocupa-se
em fazer uma transmissão livre de erros, não importando se o nível físico esteja
utilizando par trançado, cabo coaxial ou fibra ótica.
A seguir serão analisados os sete níveis do modelo OSI, bem como suas funções e
exemplos referentes aos protocolos existentes para cada um deles.


Nível 1: físico

O nível físico tem a função de transmitir uma seqüência de bits através de um
canal de comunicação. As funções típicas dos protocolos deste nível são para fazer com
que um bit "1" transmitido por uma estação seja entendido pelo receptor como bit "1" e
não como bit "0". Assim, este nível trabalha basicamente com as características
mecânicas e elétricas do meio físico, como por exemplo:
•Número de volts que devem representar os níveis lógicos "1" e "0";
•Velocidade máxima da transmissão;
•Transmissão simplex, half-duplex ou full-duplex;
•Número de pinos do conector e utilidade de cada um;
•Diâmetro dos condutores.
Os protocolos deste nível são os que realizam a codificação/decodificação de
símbolos e caracteres em sinais elétricos lançados no meio físico, que fica logo abaixo
dessa camada.
Exemplos de protocolos que se enquadram no nível físico do modelo OSI são:
RS-232C, X.21 (para redes com transmissão digital), X.21bis (para redes com
transmissão analógica), codificação Manchester, codificação Manchester Diferencial,
SONET (Synchronous Optical Network), SDH (Synchronous Digital Hierarchy) e assim
por diante.

Nível 2: enlace

O principal objetivo do nível de enlace é receber/transmitir uma seqüência de bits
do/para o nível físico e transformá-los em uma linha que esteja livre de erros de
transmissão, a fim de que essa informação seja utilizada pelo nível de rede.
O nível de enlace está dividido em dois sub-níveis: o superior é o controle lógico
do enlace (LLC - Logical Link Control), e o inferior é o controle de acesso ao meio
(MAC - Medium Access Control), como mostra a figura a seguir.


Subnível LLC
protocolo LLC pode ser usado sobre todos os protocolos IEEE do subnível
MAC, como por exemplo o IEEE 802.3 (Ethernet), IEEE 802.4 (Token Bus) e IEEE
802.5 (Token Ring). Ele oculta as diferenças entre os protocolos do subnível MAC.
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Usa-se o LLC quando é necessário controle de fluxo ou comunicação confiável.
Ele oferece três opções de transmissão: serviço de datagrama não-confiável, serviço de
datagrama com confirmação e serviço orientado à conexão confiável.
O LLC consegue isso dividindo a mensagem a transmitir em quadros com
algumas centenas de bytes de dados e alguns bytes de controle (como CRC, por
exemplo). Enquanto transmite seqüencialmente os quadros de dados, o transmissor deve
tratar os quadros de reconhecimento (ACK), que são enviados pelo receptor a fim de
indicar se a transmissão ocorreu com ou sem erros. Caso algum quadro não tenha
chegado corretamente, o transmissor deve retransmiti-lo, e o receptor deve descartar o
quadro errado.
Um ruído mais forte na linha pode destruir completamente um quadro. Nesse
caso, os protocolos da camada de enlace devem retransmitir essa informação.
Entretanto, múltiplas retransmissões do mesmo quadro podem fazer com que existam
quadros duplicados. Um quadro duplicado pode acontecer se, por exemplo, o ACK do
receptor foi destruído. É tarefa do LLC tratar e resolver problemas causados por quadros
danificados, perdidos e duplicados. Existem várias classes de serviço neste nível, cada
uma com seu fator de qualidade.
Outra função do nível de enlace LLC é controle de fluxo, ou seja, o controle de
um transmissor rápido para que não inunde de dados um receptor mais lento. Algum
mecanismo regulador de tráfego deve ser empregado para deixar o transmissor saber
quanto espaço em buffer tem no receptor naquele momento. Freqüentemente, o controle
de fluxo e de erro é integrado, simplificando o protocolo.
Para entender quando é necessário controle de fluxo, suponha um transmissor que
pode enviar dados a 1Mbps, e um receptor que pode receber dados somente a 100Kbps,
como mostra a figura a seguir. Evidentemente, algum controle deve haver para que o
receptor não seja obrigado a descartar dados.
Transmissor
(1Mbps)
Receptor
(100Kbps)
Outra complicação que deve ser tratada em nível de enlace é quando a linha for
utilizada para transmitir tráfego em ambas direções (de A para B e de B para A).
Normalmente, uma comunicação envolve a transmissão do pacote de dados e o ACK
(acknowledge) enviado de volta pela estação receptora, indicando que os dados
chegaram sem erros. Entretanto, o problema é que os quadros de ACK competem pelo
meio físico da mesma forma que os quadros de dados, prejudicando o desempenho do
sistema. Para eliminar esse problema, em alguns protocolos utiliza-se o conceito de
piggybacking, onde os bits de ACK que devem ser enviados em resposta ao quadro de
dados transmitidos pela estação A vem junto com o quadro de dados que a estação B
quer transmitir para a estação A.
Resumindo, as principais funções do nível de enlace são as seguintes:
•Entregar ao nível de rede os dados livres de erros de transmissão;
•Retransmissão de quadros errados;
•Controle de fluxo;
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•Tratamento de quadros duplicados, perdidos e danificados.

Subnível MAC

O sub-nível MAC possui alguns protocolos importantes, como o IEEE 802.3
(Ethernet), IEEE 802.4 (Token Bus) e IEEE 802.5 (Token Ring).
O protocolo de nível superior pode usar ou não o subnível LLC, dependendo da
confiabilidade esperada para esse nível. Em intranets se utiliza TCP/IP sobre MAC
direto.
Esse subnível fica muito próximo ao nível físico, não existindo confirmações de
mensagens (ACK) nem controle de fluxo. Caso a mensagem chegue errada no receptor
(detectado através do CRC), ele simplesmente descarta o quadro.
As redes baseadas em TCP/IP que utilizam o Ethernet / Token Ring em nível 2
funcionam dessa forma, ou seja, se dá erro num pacote ele é descartado. As
confirmações e verificações ficam para o nível mais alto (TCP). Essa é uma boa forma
de reduzir overheads na rede, sem repetições e retransmissões a cada nível que a
mensagem passa.

Nível 3: rede

O nível de rede tem a função de controlar a operação da rede de um modo geral. O
principal aspecto é executar o roteamento dos pacotes entre fonte e destino,
principalmente quando existem caminhos diferentes para conectar entre si dois nós da
rede. Em redes de longa distância é comum que a mensagem chegue do nó fonte ao nó
destino passando por diversos nós intermediários no meio do caminho, e é tarefa do
nível de rede escolher o melhor caminho para essa mensagem.
A escolha da melhor rota pode ser baseada em tabelas estáticas, que são
configuradas na criação da rede e são raramente modificadas, pode também ser
determinada no início de cada conversação, ou ser altamente dinâmica, sendo
determinada a cada novo pacote, a fim de refletir exatamente a carga da rede naquele
instante. Na prática, os roteadores atualizam suas tabelas de roteamento de tempos em
tempos (30 segundos, no RIP).
Se muitos pacotes estão sendo transmitidos através dos mesmos caminhos, eles
vão diminuir o desempenho global da rede, formando gargalos. O controle de tais
congestionamentos é tarefa da camada de rede.
Normalmente, a transmissão de mensagens em redes de longa distância é cobrada
pela central pública que administra o serviço, e a contabilização é feita pela camada de
rede, que deve contar o número de pacotes ou bytes que o usuário utilizou a fim de
tarifar o sujeito.
Resumindo, as principais funções do nível de rede são as seguintes:
•Roteamento dos pacotes entre fonte e destino, mesmo que tenha que passar
por diversos nós intermediários durante o percurso;
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•Controle de congestionamento;
•Contabilização do número de pacotes ou bytes utilizados pelo usuário, para
fins de tarifação;
Com relação às redes broadcast (do tipo Ethernet), onde a informação é escutada
por todas outras estações, o roteamento não é necessário dentro da subrede, fazendo
com que a camada de rede seja muito simples. Caso não seja tarefa da subrede, o pacote
é enviado ao roteador default.
Exemplos de protocolos desse nível são o IPX, usado pelo Netware até a versão
5.0, o IP (Internet Protocol), que pertence à família de protocolos TCP/IP, e o PLP
(Packet Layer Protocol), referenciado no modelo OSI e utilizado nas redes X.25.
A principal diferença entre o protocolo IP e o PLP é que a transmissão de dados
no protocolo IP é orientada a datagramas (sem conexão), e no PLP é orientada à
conexão (onde um caminho virtual é estabelecido antes de iniciar a comunicação
propriamente dita).
Uma transmissão orientada a datagrama é menos confiável pois as mensagens não
seguem um caminho pré-determinado entre fonte e destino, podendo tomar caminhos
diferentes dependendo da decisão do roteador, que pode escolher diferentes rotas para
enviar cada pedaço da mensagem. Assim, nesse tipo de transmissão, não é garantido que
a mensagem chegue ao destino na mesma ordem que foi enviada, sendo uma tarefa das
camadas superiores a sua remontagem na seqüência correta. Dessa forma, uma
mensagem que foi transmitida e segmentada na seqüência 1, 2 e 3, pode chegar ao
destino na ordem 2, 3 e 1. Pode-se associar a transmissão orientada à datagrama com o
envio de uma mensagem por telegrama via correio. No corpo do telegrama constam
todos os dados necessários para o carteiro encontrar o endereço destino, e se forem
enviados vários telegramas, não se pode garantir qual deles chegará antes.
Na transmissão orientada à conexão, ao contrário, antes de se estabelecer a
transmissão de dados propriamente dita, é criada uma rota através da qual todos os
pacotes irão trafegar, dessa forma, a correta seqüência dos pacotes é garantida. Pode-se
associar a transmissão orientada à conexão com uma ligação telefônica: antes de se
estabelecer a comunicação entre origem e destino, é necessário a criação de uma
conexão física através de chaves comutadoras da central pública, e, após estabelecida
essa conexão, não é mais necessário o reforço do número discado até o término da
conversação, onde a conexão é desfeita.

Nível 4: transporte

O nível de transporte inclui funções relacionadas com conexões entre a máquina
fonte e máquina destino, segmentando os dados em unidades de tamanho apropriado
para utilização pelo nível de rede.
Sob condições normais, o nível de transporte cria uma conexão distinta para cada
conexão de transporte requisitada pelo nível superior. Se a conexão de transporte
requisitada necessita uma alta taxa de transmissão de dados, este nível pode criar
múltiplas conexões de rede, dividindo os dados através da rede para aumentar a
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velocidade de transmissão. Por outro lado, se é caro manter uma conexão de rede, a
camada de transporte pode multiplexar várias conexões de transporte na mesma conexão
de rede, a fim de reduzir custos. Em ambos os casos, a camada de transporte deixa essa
multiplexação transparente ao nível superior.
Existem várias classes de serviço que podem ser oferecidas ao nível superior, e,
em última instância, aos usuários da rede. A mais popular é uma comunicação através
de um canal ponto a ponto livre de erros, que envia as mensagens seqüencialmente, na
mesma ordem que elas foram recebidas. Existem outras classes permitidas, como o
envio de mensagens isoladas, sem garantia sobre a ordem da entrega, ou enviar
mensagens para múltiplos destinos (mensagens multicast). Atualmente, está se
popularizando uma classe de serviço que garante um atraso mínimo na transmissão e a
variação máxima do atraso entre pacotes, viabilizando assim aplicações de voz e vídeo
através da rede.
O nível de transporte é o primeiro que trabalha com conexões lógicas fim a fim,
ou seja, um programa na máquina fonte conversa com um programa similar na máquina
destino, diferentemente dos níveis anteriores, que conversavam somente com o nó
vizinho. Vale ressaltar que a conexão criada pelo nível de transporte é uma conexão
lógica, e os dados são transmitidos somente pelo meio físico, através do nível 1 do
modelo. Assim, os dados devem descer nível a nível até atingir o nível 1, para então
serem transmitidos à máquina remota.
Resumindo, as principais funções do nível de transporte são as seguintes:
•Criar conexões para cada requisição vinda do nível superior;
•Multiplexar as várias requisições vindas da camada superior em uma única
conexão de rede;
•Dividir as mensagens em tamanhos menores, a fim de que possam ser
tratadas pelo nível de rede;
•Estabelecer e terminar conexões através da rede.
Como exemplos de protocolos de nível de transporte da família TCP/IP temos o
TCP (Transfer Control Protocol), orientado à conexão e mais confiável, e o UDP (User
Datagram Protocol), orientado a datagrama e menos confiável. O protocolo
especificado pela ISO nesse nível é o TP4.






Nível 5: sessão

A função do nível 5 do modelo OSI é administrar e sincronizar diálogos entre dois
processos de aplicação. Este nível oferece dois tipos principais de diálogo: half-duplex e
full-duplex.
Uma sessão permite transporte de dados de uma maneira mais refinada que o nível
de transporte em determinadas aplicações. Uma sessão pode ser aberta entre duas
estações a fim de permitir a um usuário se logar em um sistema remoto ou transferir um
arquivo entre essas estações. Os protocolos desse nível tratam de sincronizações
(checkpoints) na transferência de arquivos.
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Um exemplo de protocolo que se enquadra neste nível é o RPC (Remote
Procedure Call).

Nível 6: apresentação

A função do nível 6 é assegurar que a informação seja transmitida de tal forma
que possa ser entendida e usada pelo receptor. Dessa forma, este nível pode modificar a
sintaxe da mensagem, mas preservando sua semântica. Por exemplo, uma aplicação
pode gerar uma mensagem em ASCII mesmo que a estação interlocutora utilize outra
forma de codificação (como EBCDIC). A tradução entre os dois formatos é feita neste
nível.
O nível de apresentação também é responsável por outros aspectos da
representação dos dados, como criptografia e compressão de dados.

Nível 7: aplicação

O sétimo nível, o de aplicação, fornece ao usuário uma interface que permite
acesso a diversos serviços de aplicação, convertendo as diferenças entre diferentes
fabricantes para um denominador comum.
Por exemplo, em uma transferência de arquivos entre máquinas de diferentes
fabricantes, podem haver convenções de nomes diferentes (DOS tem uma limitação de
somente 8 caracteres para o nome de arquivo, UNIX não), formas diferentes de
representar as linhas, e assim por diante. Transferir um arquivo entre os dois sistemas
requer uma forma de trabalhar com essas incompatibilidades, e essa é a função do nível
de aplicação.
O nível de aplicação sem dúvida nenhuma é o nível que possui o maior número de
protocolos existentes, devido ao fato de estar mais perto do usuário, e os usuários
possuírem necessidades diferentes. Algumas aplicações deste nível são transferência de
arquivos, correio eletrônico e terminais virtuais, entre outras.
Exemplos de protocolos deste nível são o NFS (Network File System), o X.400, o
SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), bases de dados distribuídas, telnet, FTP (File
Transfer Protocol), SNMP (Simple Network Management Protocol), CMIP (Common
Management Information Protocol), X.500 e assim por diante.



Referências Bibliograficas: Senac-MG, UNISINOS - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

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Twitter integrado à Google. Brevemente…

twitter-google

Não é para ter aquelas idéias conspiratórias, sair por ai dizendo que a Google conseguiu finalmente comprar o Twitter. Por enquanto, ainda não.

O que pode ser considerado um grande feito é a integração do serviço de Microblog à grande rede de pesquisas, a Google.

Já me perguntei algumas vezes “quando é que um serviço ganha visibilidade?”.E a resposta é simples, ganha visibilidade quando deixa os usuários dependentes do serviço. O twitter já alcançou isto. Há que admitir que os conteúdos que circulam pelo são úteis (por enquanto), temos uma reunião dos melhores Links na rede. Essa negociação do Twitter com a Google só trará vantagens para os usuários…

Já há um serviço que faz pesquisas em tempo real, ou seja, apresenta as postagens feitas no Twitter em cada pesquisa feita. Esse motor de busca é o “Minutu”, mas dele falo noutra altura.

Fonte: Info

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Hacker X Cracker

Atualmente é muito comum confundirmos os conceitos entre “Hacker” e “Cracker”, afinal “se invadiu é tudo hacker”, inúmeras vezes li sobre notícia que diziam “tal hacker, invadiu e danificou a base de dados, ou até mesmo alterou os dados do servidor”.

Hackers geralmente buscam conhecimento e têm um perfil autodidata, apesar de muitas das vezes não terem formação técnica, digo, não necessariamente completaram um curso de graduação ou técnico relacionado a tecnologia, estes têm habilidades para descobrirem as falhas de um sistema bem elaborado.

Crackers são aqueles que utilizam-se de seu conhecimento para invadir computadores, roubam informações confidenciais e vendem ou utilizam para aplicar golpes virtuais, ou para obter vantagens, sem contar que, muitas das vezes deixam um rastro de destruição por onde passam (apagam dados, modificam informações, vírus, etc...).

Portanto o Hacker procura por informação e conhecimento, muitas das vezes denuncia as falhas e vulnerabilidades encontradas em um determinado sistema, enquanto, um Cracker estará à procura de meios de se beneficiar de alguma forma.

Já que estamos falando sobre este assunto, alguém sabe o que é Arahacker, Cader, Lammer, Phreaker, Script Kiddies e Wannabe?

1. Cader: é o especialista em fraudes de cartões de crédito, conhecem meios para obter listas de cartões válidos para utilização pessoal, além de, roubar e clonar cartões verdadeiros.

2. Phreaker: é aquele que através de programas e equipamentos específicos faz ligações telefônicas gratuitas, dependendo de suas habilidades, têm acesso direto à centrais de telefonia, desta forma, desligando ou ligando certos telefones, ou até mesmo apagando determinadas contas.

3.a. Lammer: é aquele que tem uma atitude arrogante e sai dizendo que é “O Hacker”, finge ter grandes habilidades de invasão, apesar de ter poucos ou muito pouco conhecimento em informática. Utilizam ferramentas feitas por “Crackers” e fazem invasões de pequeno porte, isto quando conseguem.

3.b. Script Kiddies: é aquele que não tem alvo algum em mente, tentam invadir o primeiro que vêem, utilizam ferramentas encontradas na internet (feitas por Crackers), tem conhecimento superior ao de um usuário comum que utiliza-se de informática, apesar de ter conhecimento nulo em programação.

3.c. Wannabe: é o principiante que tem poucos conhecimentos, geralmente segue uma receita de bolo, programas já prontos e tutoriais em passos para descobrir senhas e invadir sistemas, muitas das vezes são vistos como “Script Kiddies” e podem se tornar um “Arahacker”.

3.d. Arahacker: é aquele que fingem ser “experts” em informática e planejam ataques a grandes corporações ou servidores, apesar de que a única invasão que já participaram foram os de seus pensamentos, ou seja, apenas saem dizendo, mas nunca o fizeram na prática.

Fonte: Warpcoe

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Qual a importância de estudar matemáticas em cursos de tecnologias?

Segundo Claude Elwood Shannon a idéia foi desenvolvida na sua tese de mestrado de 1938, premiada e publicada numa revista científica, onde podemos definir conforme texto abaixo.


Prof. Dr. Shannon está indubitavelmente entre os mais brilhantes cientistas do período pós-guerra (2ª Guerra), e suas contribuições tem conduzido a uma verdadeira revolução, não só na Ciência, mais também na vida cotidiana dos habitantes do planeta.
Shannon provou os principais resultados e estabeleceu os limites que se pode esperar sobre Codificação de fontes, Codificação de canal e Criptografia. Estabeleu a moderna teoria das Comunicações, e criou um novo ramo da Matemática. Em um artigo de 1948 (publicado nos Proc. of the IRE), ele apresentou uma prova para o Teorema da Amostragem, base para os Conversores A/D e D/A. Ele inventou não apenas a Teoria da Informação, mais foi também um pioneiro no uso de Álgebra Booleana aplicada em Engenharia Elétrica, isto é, foi o criador da Eletrônica Digital (em sua Tese de Mestrado!). Sua Tese de PhD abordou aspectos Matemáticos da transmissão Genética, sendo um dos pioneiros em Engenharia Genética. Adicionalmente, teve inúmeras contribuições relevantes e pioneiras em assuntos como Inteligência Artificial, Cibernética e outros assuntos.


ESTUDANDO BOOLE...

Interessado em problemas da computação, estudou Álgebra de Boole, a álgebra de cálculo lógico baseada na dicotomia zero-um (falso-verdadeiro).

No intervalo da atividade acadêmica trabalhou nos célebres Laboratórios Bell, onde estudou problemas de comunicação elétrica. Teve então a idéia pioneira de reduzir o conteúdo da informação a sequências de zeros e uns e de tratá-la segundo as regras da LÓGICA de BOOLE. "Até hoje, ninguém tinha sequer se aproximado dessa idéia", disse mais tarde o seu colega Robert Gallager, "foi um avanço que, sem ele, teria demorado muito a ser conseguido". A idéia foi desenvolvida na sua tese de mestrado de 1938, premiada e publicada numa revista científica. São apenas 11 páginas, mas condensadas com as inovações essenciais, e sem rodeios nem repetições.

Concluído o mestrado, Vannevar Bush sugeriu-lhe que continuasse os estudos no departamento de matemática do MIT. Percebeu então que a genética era um ramo científico com grande potencial de tratamento matemático. Sempre interessado nas aplicações, concluiu uma tese de doutoramento sobre Uma Álgebra da Genética Teórica. Apesar da sua notória dificuldade com línguas estrangeiras, exigidas para a graduação, Shannon consegue seus graus de mestre em Engenharia Eletrotécnica e de doutor em Matemática em 1940.

Terminados os estudos, Dr. Shannon foi trabalhar para o Instituto de Estudos Avançados de Princeton com o matemático Hermann Weyl (1885-1955). Passou depois para os Bell Labs, em Nova Jersey, onde trabalhavam muitos cientistas extraordinários, como John Pierce, um dos criadores da comunicação por satélite, Harry Nyquist, pioneiro do tratamento de sinais, e os inventores do transístor, Brattain, Bardeen e Shockley. Trabalhou em várias áreas: sistemas automáticos de defesa aérea, sensores ópticos, criptografia e, acima de tudo, teoria da informação.

TEORIA MATEMÁTICA DA COMUNICAÇÃO

No seu trabalho Uma Teoria Matemática da Comunicação, publicado em 1948 na revista Bell System Technical Journal, abriu uma área nova e inédita na matemática. Esta área surgiu essencialmente completa, com as definições e conceitos básicos formulados, com os teoremas e resultados fundamentais já estabelecidos e, o mais espantoso, sem precedentes visíveis na literatura existente na época. Raras vezes isso acontece, pois os avanços da ciência, mesmo que geniais, podem habitualmente se referir a problemas há muito discutidos ou a teorias em gestação.Nesse trabalho Shannon desenvolve a teoria da informação e transmissão de sinais digitais, baseados em sequências de zeros e uns.

É aí que define "o problema fundamental da comunicação como o de reproduzir num local, de forma aproximada ou exata, uma mensagem selecionada noutro local". Estabeleceu então o esquema de transmissão de informação hoje clássico, com uma mensagem que parte de uma fonte, é codificada e emitida por um transmissor, passa por um canal de comunicação, sofre perturbações designadas por ruídos, e chega depois ao receptor, passando por um sistema de decodificação. Ao falar de "uma mensagem selecionada", Shannon refere-se a uma sequência informativa que pode ser escolhida entre muitas outras, que aparecerão com iguais ou diferentes probabilidades. Define então a quantidade de informação com base na sua incerteza ou dificuldade de previsão.

Suponha, por exemplo, que um emissor transmite a mensagem "bom dia", letra por letra. Ao emitir as primeiras letras, há uma expectativa da parte do receptor, que vê surgir as letras "b", "o", "m", um espaço, e depois "d" e o "i". O "a" final é quase inútil, pois sua probabilidade de ocorrência é tão grande, para dar sentido à sequência anterior, que a quantidade de informação transmitida por essa letra é muito menor que a transmitida pelas primeiras. Para medir a quantidade de informação, Shannon criou o conceito de entropia, diferente do conceito homônimo encontrado em termodinâmica. Porque esta denominação foi escolhida? Ao que parece, foi o matemático norte-americano de origem húngara, John von Neumann (1903-1957), quem sugeriu este termo. Teria dito, ironicamente, "deve chamá-la de 'entropia' por duas razões: primeiro, porque essa mesma função matemática já é utilizada em termodinâmica, com esse nome; segundo, e mais importante, porque pouca gente sabe realmente o que é entropia e, se usar esse termo numa discussão, sairá sempre ganhando."


O IMPACTO NAS TRANSMISSÕES

Com o conceito de entropia pode-se definir a quantidade de informação transmitida e os limites ótimos de compressão dessa informação. Em 1948, quando Shannon anunciou a sua nova teoria matemática, o cabo elétrico de "banda mais larga" então existente podia transmitir 1800 conversas telefônicas simultâneas. 25 anos mais tarde, um cabo telefônico podia transmitir 230 mil conversas simultâneas. Hoje, uma nova fibra ótica da Lucent (Bell Labs), com a espessura de um cabelo humano, pode comportar 6,4 milhões de conversas. No entanto, mesmo com esta largura de banda, os limites teóricos de capacidade de canal determinados por Shannon estão muito além dos praticados. Os engenheiros sabem que ainda há muito o que melhorar.

Embora sua teoria seja bastante técnica, vejamos um exemplo da utilidade que tem tal unidade de informação. Voltemos ao problema que motivou os estudos de Shannon: o problema da capacidade de comunicação de um canal transmissor.
A solução do problema é resumida numa fórmula, hoje básica da Teoria da Informação, a chamada fórmula de Shannon:

ela dá a velocidade máxima Cmax ( em bits por segundo ) com que sinais de potência S watts podem passar por um canal de comunicação, o qual deixa passar sem distorção apenas os sinais de frequência até B hertz, e o qual produz ruídos de potência no máximo N watts ( e esses ruídos são do tipo usual, chamado ruído branco ).

Vejamos um exemplo numérico importante: o caso das linhas telefônicas analógicas, essas que comumente encontramos aqui no Brasil. Elas são construídas para passar voz humana, frequência de até 3 400 hertz. Consequentemente:

* para uma relação S/N = 100 temos:
Cmax = 3400 log2 ( 101 ) = 22 600 bits/seg
* para uma relação S/N = 1 000 temos:
Cmax = 3400 log2 ( 1001 ) = 33 900 bits/seg

Dá para V. começar a entender as limitações do modem ligado em seu computador ?

Conhecendo a capacidade de um canal usando os conceitos da Teoria da Informação de Shannon, pode-se melhorar a transferência de um sinal e filtrar o ruído, alcançando uma confiabilidade maior. O meio mais simples de contornar o ruído é a repetição. Shannon demonstrou que, numa transmissão em que os erros acontecem com determinada probabilidade, pode-se diminuir a probabilidade de erro até ao ponto desejado introduzindo redundância na informação. Para isso, enquanto o canal estiver funcionando abaixo da sua capacidade teórica, o caminho consiste em melhorar a codificação, dando-lhe uma forma mais compacta, e em introduzir sistemas de correção de erro.

Um destes sistemas é o concebido pelo matemático norte-americano Richard W. Hamming (1915-1998) em 1950, atualmente utilizado na transmissão de pacotes digitais de informação com bits adicionais de controle em cada "palavra" base (byte).


Shannon define um sistema de comunicação como tendo cinco
Um sistema de comunicação.
componentes:
fonte de informação, que produz uma sequência de mensagens;
(i) uma
(ii) um
transmissor, que executa uma determinada operação sobre a mensagem de modo a
produzir um sinal que possa ser transmitido através do canal;
canal, que é o meio usado para levar o sinal do transmissor para o receptor;
(iii) um
receptor, que executa a operação inversa do transmissor, reconstruindo a
(iv) um
mensagem a partir do sinal;
(v) um
destinatário, a pessoa (ou coisa) a quem a mensagem se dirige.
O trabalho da sua teoria matemática da comunicação é representar cada uma dessas
componentes como entidades matemáticas.








CURIOSIDADES ...

Em 1956, mantendo seu trabalho nos laboratórios da Bell, Shannon aceitou o cargo de professor no MIT, atividade que exerceu durante muitos anos. Seus alunos lembram-se dele como sendo "um espírito matemático por excelência". No quadro negro "escrevia poucas fórmulas e falava muito". Preocupava-se com os conceitos e simplificava ao máximo a simbologia. Onde outros professores usariam símbolos e mais símbolos, índices e mais índices, Shannon colocava duas ou três letras e incentivava os alunos a perceber as relações matemáticas que essas letras traduziam.



Baseado nessas referências podemos concluir a importância do estudo da matemática em um curso de tecnologia.


Referências bibliográficas: http://200.19.92.57/wschui/goodbit/shannon.htm




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Bruno Luiz A de Paiva

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RESENHA:

BRITTO, Bárbara Neves de. Ética e Responsabilidade Social Empresarial na Utilização da Tecnologia da Informação.

As questões que permeiam as discussões acerca da ética aplicada, em diversos âmbitos profissionais, na contemporaneidade, tornou-se uma necessidade constante. A emergência de profissões provenientes das novas tecnologias levam o ramo empresarial a refletir na utilização responsável e ética dos novos recursos.

O artigo de Bárbara Neves de Britto, traz algumas questões que elucidam a atual preocupação social, de diversas áreas profissionais sobre a construção de um código de ética que padronizam a conduta desses novos profissionais. Embora o seu discurso seja contaminado pelo jargão empresarial, de responsabilidade social, o que traz a tona antagonismos históricos acerca da utilização racional de recursos sejam eles de origem humana, natural ou, como trata-se o artigo, tecnológicos.

Segundo a autora o debate acerca da ética aplicada surgiu na década de 60 e tornou pauta na década 70, do século passado. Porém, se analisarmos o período, em plena guerra fria e os regimes ditatoriais implantados, principalmente nos países de terceiro mundo com influência dos Estados Unidos, vemos a derrota clara desse debate, por isso, a própria autora analisa que a discussões ganharam força a partir da década de 90 do mesmo século, tornando-se, então, uma necessidade do ramo empresarial, sendo criado institutos, associações, etc., que englobem empresas preocupadas com a "responsabilidade social".

Assim, muito embora "no mundo dos negócios, os dilemas éticos parecem complicados porque os benefícios da conduta ética aparentam ser, num primeiro momento, pouco quantificáveis, [...] é indiscutível a importância da ética para as organizações nos relacionamentos com seus diversos públicos" (BRITTO, 5). Surgiu, com esses debates, novas abordagens revisitadas da ética, tais como a Bioética, a genética, a ética econômica, etc., mas também, nas áreas de ciências humanas, surge uma preocupação com a deturpação da essência do ethos.

Ética tornou-se só mais uma palavra a ser analisada e condicionada de acordo com as necessidades de determinado grupo, perdendo sua característica reflexiva acerca do individuo, do coletivo, do universal, do cosmo (cosmética). A ética codificada, padronizada ou aplicada perde sua reflexão filosófica, quando "não trata apenas de empregar princípios definidos através do processo de fundamentação, mas de aplicá-los a casos Específicos", a ética filosófica não é específica mas universal, preocupada com o ser como um todo, e não com ações unilaterais e benefícios organizacionais.

Ética tem que ser coletiva discutida no âmbito da sociedade e da comunidade. Não é atitude ética uma empresa de porte internacional, que vincula na mídia propagandas de responsabilidade social e ambiental, mas onde ela esta implantada, polui os veios de água com enxofre, borra de alumínio, e a todo tempo remaneja as comunidades pelo discurso do desenvolvimento, como acontece em Itabira, pela Vale. Ética vai além de investir dinheiro em alguma ong que vai forma um bando de crianças pobres para ficar declamando poemas de Drummond pelas praças, que diga-se de passagem morreu triste porque esta mesma empresa depois de desmanchar a casa da família, reconstruiu um falso histórico, em outro lugar e o utiliza para turismo econômico. Além de ser um caso de saúde pública porque há um grande numero de pessoas com problemas de saúde devido a poluição das águas que são consumidas pela população, e de intervir no bioma, pois esta provocando mutações genéticas em espécies da fauna e flora da região.

Esta inserção que pode parece imprópria para a discussão proposta, é somente para evidenciar, o quanto ainda se tem para avançar na mesma. Vivemos um momento de desprofissionalização e desestabilização das funções, não se fala mais estabilidade profissional mas de empregabilidade, ou seja a capacidade de uma pessoa se manter no mercado de trabalho através de seu próprio investimento e aperfeiçoamento em diversas funções, isso leva a uma precarização das funções e a um estresse constante, por parte dos profissionais, como é visto em pesquisas atuais, principalmente nas áreas de saúde, sendo a obesidade, a depressão, a síndrome do pânico, etc., características da sociedade pós-moderna.

A questão deve ser debatida em um âmbito mais amplo, deve sim ser uma discussão política que busque a inserção de todos os elementos envolvidos, além empresas e dos profissionais, também os usuários dos produtos. Recentemente tivemos a discussão sobre a TV digital, discussão que envolveu parlamentares, as grandes empresas de mídia e os países interessados na venda de tecnologia. Uma universidade do Rio Grande do Sul, desenvolveu um sistema inteiramente voltado para a realidade brasileira, que nem chegou a ser colocado na pauta, decidiram pela tecnologia japonesa e partir de então impuseram a crítica de que o modelo americano era melhor, e os usuários? nem 10% da sociedade tem acesso a TV digital, a discussão ficou no âmbito empresarial e político somente.

Vemos agora a discussão da TV pública, novamente não somos chamados a discuti-la, e somos nós os usuários.

As tecnologias, na sociedade de consumo, fazem parte da cadeia de socialização, por conseguinte, a socialização, quanto elemento da reprodução cultural, é o responsável por repassar os signos culturais e/ou sociais para as gerações posteriores. É urgente rever os conceitos éticos da sociedade moderna; principalmente no que concerne ao uso das tecnologias, pois elas estão se tornando um perigoso instrumento no processo de socialização e de reprodução social/cultural, pesquisas antropológicas mostram que as novas gerações são informadas e não formadas, pois não são capazes de pensar com criticidade. Porém frisamos ética quanto reflexão e não quanto código de postura.

Não podemos imputar a culpa ao computador, ao pen drive etc., mas ao seu mal uso. Logo os debates inerentes as novas tecnologias da informação devem ser levada ao âmbito da comunidade. As empresas, o Estado e os profissionais não podem somente legislar em interesse próprio, mantendo os usuários e/ou consumidores fora destas questões.

Assim, podemos refletir sobre a responsabilização dos servidores, que muitas vezes em nome do sigilo do usuário escondem crimes como a pornografia infantil. Se estivermos buscando uma forma de moralizar o uso das tecnologias precisamos rever a ética do confissionário, pois deveria ser crime não colaborar com investigações de crime na rede.

Podemos concluir que para chegarmos a um nível adequando de humanização formas de relações sociais, que vem surgindo a todo tempo dos instrumentos tecnológicos, teremos que trazer este debate ao povo. Buscando mediante as especificidades de cada comunidade, as soluções para os problemas trazidos pelo consumo das mesmas, além de resgatarmos a essência da ética, quanto filosofia humana.


Bruno Luiz A. de Paiva
Acadêmico em Redes de Computadores

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Teste ao Chrome Frame: a afronta da Google à Microsoft

Estas duas companhias quase sempre estiveram em rota de colisão, isso é um fato.

A Microsoft, famosa por sobre valorizar os seus produtos, até mesmo quando estes não oferecem a qualidade desejada (Vide Windows Vista). Agora, chega a vez da toda poderosa Google utilizar as suas melhores armas. E como , o Chrome Frame foi o escolhido desta vez.

Então não há motivos para mais um post, certo? ERRADO. Todos falaram sobre o Chrome Frame, mas poucos testaram o seu funcionamento. Para isso, precisa de Instalar o Google Chrome e ativar o Development Channel (ou simplesmente “Dev Channel”). Use o Chrome Channel Changer [Passo 1]

O Passo 2 é o mais conhecido, fazer o download da extensão para o Internet Explorer.

O Passo 3 é a consequente instalação e o uso da tag “CF:” antes de qualquer endereço. ( Por exemplo: “cf:http://skylegion.blogspot.com” teriamos acesso ao Sky Legion usando o motor do Google Chrome) 

Vou deixar algumas imagens do Chrome Frame em acção, numa comparação direta entre IE(sem Chrome Frame), IE(com Chrome Frame) [Usei a página inicial do Firefox porque tem um vide embutido com HTML5, que o IE não lê]

HTML5_IE8

O endereço: http://pt-pt.www.mozilla.com/pt-PT/firefox/3.5.3/whatsnew/

HTML5_IE8_CF

O endereço: cf:http://pt-pt.www.mozilla.com/pt-PT/firefox/3.5.3/whatsnew/

Deu para ver a diferença, certo?

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A popularização que a internet tem provocando na divulgação da política

Recentemente temos observado o crescimento e a popularização da internet no âmbito geral e principalmente nas classes de baixa reda. Todo esse contexto tende a caminha para uma globalização das informações, pois as matérias se divulgam de forma rápida e ampla. De acordo com o texto publicado na folha de são Paulo “A internet e a democracia brasileira” podemos observar que existe ainda muita área a se desenvolver ou ate mesmo ser criada, pois exemplo no Brasil nas ultimas eleições houve uma grande controvérsia quanto a utilização da internet para divulgação de campanhas eleitorais, em alguns casos houve ate duvida do que era permitido ou não sendo assim inibindo o aproveitamento total da ferramenta, para divulgação. Existem hoje projetos na câmara do senado para regularizarem este meio para que possa ser usado de uma forma ampla e com as restrições que são necessárias, com todas essas oportunidade pequenos partidos poderiam efetuarem suas campanhas num meio que anda em crescimento e de forma mais barata, pois o que se pode ver hoje e que, os pequenos partidos, por falta ate mesmo de verba tende a terem menos espaço de divulgação na mídia. Como foi observado na ultima eleição presidencial nos EUA, o uso da internet foi de importância para a campanha do atual presidente Barack Obama, ocasionando uma ampla divulgação de sua campanha em escala global.


“A Riqueza da internet reside justamente na libertadade de expressão que ela oferece e na horizontalidade de seus desenhos, inclusivo e transparente. È hora de observar para que não ocorra a invalidade dos efeitos positivos da proposta, o que frustraria a grande expectativa da sociedade”



Bibliografia: Folha de São Paulo Domingo, 13 de setembro de 2009 Opinião – A tendência e debates.

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